O governo deve anunciar o Plano Nacional de Banda Larga em abril e incluí-lo na segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), afirmou nesta segunda-feira (30) o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.
Segundo ele, o plano para universalizar a Internet rápida no Brasil não consta do PAC 2 porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por questões de agenda, ainda não se reuniu com os ministérios envolvidos para aprovar seu conteúdo.
“Estamos com as linhas gerais prontas”, disse Bernardo a jornalistas, acrescentando que depois o plano deve ser acoplado ao PAC 2. “Você colocar uma coisa que não está bem definida ia gerar um elemento de indefinição e polêmica dentro do PAC. Acredito que em abril podemos resolver.”
Perguntado se a demora deve-se à polêmica sobre o uso da Telebrás como o braço do governo para implementar o programa, o ministro disse que esse é apenas "um detalhe" do projeto.
Agência O Globo
O governo deve anunciar o Plano Nacional de Banda Larga em abril e incluí-lo na segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), afirmou nesta segunda-feira (30) o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.
Segundo ele, o plano para universalizar a Internet rápida no Brasil não consta do PAC 2 porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por questões de agenda, ainda não se reuniu com os ministérios envolvidos para aprovar seu conteúdo.
“Estamos com as linhas gerais prontas”, disse Bernardo a jornalistas, acrescentando que depois o plano deve ser acoplado ao PAC 2. “Você colocar uma coisa que não está bem definida ia gerar um elemento de indefinição e polêmica dentro do PAC. Acredito que em abril podemos resolver.”
Perguntado se a demora deve-se à polêmica sobre o uso da Telebrás como o braço do governo para implementar o programa, o ministro disse que esse é apenas "um detalhe" do projeto.
Fonte: Jornal do Comércio
terça-feira, 30 de março de 2010
Fusão de Ricardo Eletro e Insinuante cria segunda maior rede de varejo do país
As redes Insinuante e Ricardo Eletro anunciaram nesta segunda-feira a fusão das duas empresas. A operação cria a segunda maior rede de varejo de eletrodomésticos, móveis e eletroeletrônicos.
A holding que surge da fusão terá o nome de Máquina de Vendas e nasce com faturamento aproximado de R$ 5 bilhões e 528 lojas, espalhadas por 200 cidades em 16 estados e no Distrito Federal. Juntas, as empresas venderão 20 mil itens nos seus respectivos canais de venda online.
O controle da holding será compartilhado: cada uma das redes atuais fica com 50% de participação. Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, irá presidir a companhia e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, ficará a frente do Conselho Executivo da holding.
A meta do grupo é dobrar de tamanho nos próximos quatro anos, passando de 15 mil para 30 mil funcionários, de 528 para 1000 lojas, e atingindo um faturamento de R$ 10 bilhões. As duas redes continuarão atuando com suas bandeiras, nas mesmas localidades e com suas atuais equipes de funcionários.
A marca Insinuante será a bandeira predominante no Nordeste e também no Norte do país, enquanto a Ricardo Eletro será utilizada no Centro-Oeste e Sudeste. Em 2010, a holding deverá inaugurar 50 novas lojas. Os canais de vendas online também serão mantidos separadamente. Hoje, 7% das vendas da Ricardo Eletro são feitas pela web. Na Insinuante, o porcentual é de 5%.
A Ricardo Eletro tem hoje 268 lojas espalhadas em Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro e interior de São Paulo.
A Insinuante está presente com 260 lojas em Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Fonte: Zero Hora
A holding que surge da fusão terá o nome de Máquina de Vendas e nasce com faturamento aproximado de R$ 5 bilhões e 528 lojas, espalhadas por 200 cidades em 16 estados e no Distrito Federal. Juntas, as empresas venderão 20 mil itens nos seus respectivos canais de venda online.
O controle da holding será compartilhado: cada uma das redes atuais fica com 50% de participação. Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, irá presidir a companhia e Luiz Carlos Batista, da Insinuante, ficará a frente do Conselho Executivo da holding.
A meta do grupo é dobrar de tamanho nos próximos quatro anos, passando de 15 mil para 30 mil funcionários, de 528 para 1000 lojas, e atingindo um faturamento de R$ 10 bilhões. As duas redes continuarão atuando com suas bandeiras, nas mesmas localidades e com suas atuais equipes de funcionários.
A marca Insinuante será a bandeira predominante no Nordeste e também no Norte do país, enquanto a Ricardo Eletro será utilizada no Centro-Oeste e Sudeste. Em 2010, a holding deverá inaugurar 50 novas lojas. Os canais de vendas online também serão mantidos separadamente. Hoje, 7% das vendas da Ricardo Eletro são feitas pela web. Na Insinuante, o porcentual é de 5%.
A Ricardo Eletro tem hoje 268 lojas espalhadas em Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Rio de Janeiro e interior de São Paulo.
A Insinuante está presente com 260 lojas em Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Fonte: Zero Hora
Pesquisa revela os setores mais beneficiados com redução do IPI
Levantamento da Fecomércio-RJ mostra que as vendas nos setores de construção civil, móveis e geladeiras foram as mais beneficiadas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) promovida pelo governo no ano passado. Em um universo de mil entrevistas realizadas em 70 cidades durante o mês de janeiro, 14% dos pesquisados informaram ter aproveitado o incentivo fiscal. No total de entrevistados que efetuaram compras incentivadas pelo recuo do IPI, 20% destinaram seus gastos ao ramo de construção; 20% às compras de móveis; e 20% para aquisições de geladeiras.
Em comunicado, o coordenador de Economia e Pesquisa da Fecomércio-RJ, João Carlos, admitiu que o porcentual de pesquisados que afirmaram ter aproveitado a isenção fiscal no ano passado é aparentemente pequeno (sendo que, na mesma pesquisa, 84% dos entrevistados disseram que não realizaram compras devido ao recuo do IPI). Mas considerou que o resultado mostra que o incentivo criou uma oportunidade de negócio e estimulou o brasileiro a ir às compras.
O especialista observou ainda que, tendo em vista o cenário de recuperação na economia e o aumento do consumidor, uma ampliação para este ano da isenção fiscal promovida pelo IPI contribuiria para um cenário positivo nas vendas do comércio. Ainda segundo o mesmo levantamento, no total de pesquisados, 71% afirmaram que o governo deveria manter a redução do IPI e estender a outros itens.
No ano passado, dentro do recorte de entrevistados que compraram beneficiados pelo recuo do IPI, as famílias de renda mais alta, as chamadas classes A e B, estão entre as que aproveitaram mais a isenção fiscal, sendo 19% do total de consumidores que aproveitaram a isenção fiscal; seguida pela classe B, com 16%; e a classe C, com 8% dos pesquisados.
Fonte: Jornal do Comércio
Em comunicado, o coordenador de Economia e Pesquisa da Fecomércio-RJ, João Carlos, admitiu que o porcentual de pesquisados que afirmaram ter aproveitado a isenção fiscal no ano passado é aparentemente pequeno (sendo que, na mesma pesquisa, 84% dos entrevistados disseram que não realizaram compras devido ao recuo do IPI). Mas considerou que o resultado mostra que o incentivo criou uma oportunidade de negócio e estimulou o brasileiro a ir às compras.
O especialista observou ainda que, tendo em vista o cenário de recuperação na economia e o aumento do consumidor, uma ampliação para este ano da isenção fiscal promovida pelo IPI contribuiria para um cenário positivo nas vendas do comércio. Ainda segundo o mesmo levantamento, no total de pesquisados, 71% afirmaram que o governo deveria manter a redução do IPI e estender a outros itens.
No ano passado, dentro do recorte de entrevistados que compraram beneficiados pelo recuo do IPI, as famílias de renda mais alta, as chamadas classes A e B, estão entre as que aproveitaram mais a isenção fiscal, sendo 19% do total de consumidores que aproveitaram a isenção fiscal; seguida pela classe B, com 16%; e a classe C, com 8% dos pesquisados.
Fonte: Jornal do Comércio
Indústria de plástico lança programa de desenvolvimento no RS
Buscando criar uma atuação integrada entre as mais de 1,2 mil fábricas do setor de plásticos do Rio Grande do Sul, foi lançado nesta terça-feira (30), o Programa de Desenvolvimento da Indústria do Plástico do Rio Grande do Sul, em evento na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), com a presença do superintendente do Sebrae/RS, Marcelo Lopes.
De todas as empresas de transformação de plástico no Estado, 95% são pequenos negócios. Para Lopes, esse dado justifica a necessidade da realização de um programa de âmbito estadual. Ele acrescenta que "a união de entidades ligadas ao setor, do Sebrae/RS e do governo, dará muito mais força às iniciativas e às metas que estamos nos propondo a atingir".
A força-tarefa tem o objetivo de transformar o setor a partir de cinco pontos: qualificação técnica, capacitação empresarial, mercado, inovação e articulação institucional. "Só pelo alto grau de articulação do setor, a proposta já tem méritos. O nível tecnológico das empresas é ótimo e pretende atuar desde a formação de mão de obra até o acesso aos mercados", destaca Lopes.
Os principais polos do setor no Estado estão localizados na Região Metropolitana, muito atuante no segmento de embalagens, Região do Vale dos Sinos, focada no segmento de componentes para calçados, e Serra gaúcha, reconhecida como pólo de produção de componentes técnicos.
Atualmente, a indústria gaúcha participa com 8% do total produzido no Brasil, sendo o quarto maior Estado, atrás de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, nessa ordem. Aproximadamente 2,8% da produção estadual são exportados, 51% das vendas ocorrem dentro do Rio Grande do Sul e os restantes 46,2% são vendidos para outros Estados do Brasil.
A ação, coordenada pelo Sebrae-RS, foi planejada durante dois meses em parceria com os três principais sindicatos empresariais do segmento: o Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Sinplas) e Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Sinplavi).
Além disso, ela conta com a participação da Fiergs, das secretarias estaduais de Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, da Universidade de Caxias do Sul, do Instituto Federal Sul-riograndense e da Braskem.
Fonte: Jornal do Comércio
De todas as empresas de transformação de plástico no Estado, 95% são pequenos negócios. Para Lopes, esse dado justifica a necessidade da realização de um programa de âmbito estadual. Ele acrescenta que "a união de entidades ligadas ao setor, do Sebrae/RS e do governo, dará muito mais força às iniciativas e às metas que estamos nos propondo a atingir".
A força-tarefa tem o objetivo de transformar o setor a partir de cinco pontos: qualificação técnica, capacitação empresarial, mercado, inovação e articulação institucional. "Só pelo alto grau de articulação do setor, a proposta já tem méritos. O nível tecnológico das empresas é ótimo e pretende atuar desde a formação de mão de obra até o acesso aos mercados", destaca Lopes.
Os principais polos do setor no Estado estão localizados na Região Metropolitana, muito atuante no segmento de embalagens, Região do Vale dos Sinos, focada no segmento de componentes para calçados, e Serra gaúcha, reconhecida como pólo de produção de componentes técnicos.
Atualmente, a indústria gaúcha participa com 8% do total produzido no Brasil, sendo o quarto maior Estado, atrás de São Paulo, Santa Catarina e Paraná, nessa ordem. Aproximadamente 2,8% da produção estadual são exportados, 51% das vendas ocorrem dentro do Rio Grande do Sul e os restantes 46,2% são vendidos para outros Estados do Brasil.
A ação, coordenada pelo Sebrae-RS, foi planejada durante dois meses em parceria com os três principais sindicatos empresariais do segmento: o Sindicato das Indústrias de Material Plástico no Estado do Rio Grande do Sul (Sinplast), Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Sinplas) e Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos (Sinplavi).
Além disso, ela conta com a participação da Fiergs, das secretarias estaduais de Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, da Universidade de Caxias do Sul, do Instituto Federal Sul-riograndense e da Braskem.
Fonte: Jornal do Comércio
terça-feira, 23 de março de 2010
Ao menos 74% das famílias gaúchas se dizem endividadas, revela pesquisa
Maior acesso a crédito e promoções ligadas à redução do IPI de alguns segmentos econômicos podem explicar o endividamento das famílias gaúchas no mês de março. Ao menos 74% das famílias se dizem endividadas, crescimento de seis pontos percentuais frente ao mês de fevereiro. Os dados fazem parte da Peif (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias), realizada no Rio Grande do Sul pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e divulgada na manhã desta terça-feira (23) pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS (Fecomércio-RS).
O endividamento, contudo, não pode ser percebido como algo negativo, uma vez que a maior parte dos gaúchos afirmou que não deverá ter contas em atraso ou mesmo a falta de pagamento. Somente 7% disseram que não terão chances de pagar os débitos, dado menor do que aquele apontado em fevereiro, quando a porcentagem ficou em 11%.
O economista da Fecomércio-RS Pedro Ramos afirma que os dados da pesquisa não sinalizam que haja uma deterioração da renda das famílias em razão do endividamento, mas sim um maior acesso ao crédito. “As famílias indicaram que irão pagar suas contas em dia. Também se compararmos com fevereiro, em que houve um endividamento em razão das necessidades do começo de ano, sabemos que a partir dos próximos meses isso tende a normalizar”, comenta Ramos.
Em relação ao nível de endividamento, em que os entrevistados foram questionados a pensar na sua renda mensal e de sua família em relação ao quanto está comprometida com dívidas como cheque pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos pessoal, prestações de carro e seguros, a maioria se percebe como mais ou menos endividada (44,4%), seguida por aqueles que dizem estar pouco endividados (28,2%), pelos que afirmam não ter dívidas desse tipo (17,1%) e da minoria que se encontra muito endividada (9,4%).
Para Ramos, os empreendedores podem ler essas informações analisando que o que se percebe é uma tendência para queda na inadimplência e ainda uma maior possibilidade de compras por parte das famílias. No topo do ranking de dívidas aparece o cartão de crédito, responsável por 68,5% das respostas dos consumidores entrevistados. O cartão é seguido pelas dívidas com carnês (52,9%), cheque especial (24,3%), crédito pessoal (18,8%) e cheque pré-datado (12,9%). Contudo, o economista Pedro Ramos explica que o cartão não deve ser visto como vilão do endividamento, pois sua função atual tem sido a de substituir o uso do dinheiro. “Ele agrega algumas vantagens, como a facilidade de pagamento”, avalia Ramos.
Fonte: Jornal do Comércio
O endividamento, contudo, não pode ser percebido como algo negativo, uma vez que a maior parte dos gaúchos afirmou que não deverá ter contas em atraso ou mesmo a falta de pagamento. Somente 7% disseram que não terão chances de pagar os débitos, dado menor do que aquele apontado em fevereiro, quando a porcentagem ficou em 11%.
O economista da Fecomércio-RS Pedro Ramos afirma que os dados da pesquisa não sinalizam que haja uma deterioração da renda das famílias em razão do endividamento, mas sim um maior acesso ao crédito. “As famílias indicaram que irão pagar suas contas em dia. Também se compararmos com fevereiro, em que houve um endividamento em razão das necessidades do começo de ano, sabemos que a partir dos próximos meses isso tende a normalizar”, comenta Ramos.
Em relação ao nível de endividamento, em que os entrevistados foram questionados a pensar na sua renda mensal e de sua família em relação ao quanto está comprometida com dívidas como cheque pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimos pessoal, prestações de carro e seguros, a maioria se percebe como mais ou menos endividada (44,4%), seguida por aqueles que dizem estar pouco endividados (28,2%), pelos que afirmam não ter dívidas desse tipo (17,1%) e da minoria que se encontra muito endividada (9,4%).
Para Ramos, os empreendedores podem ler essas informações analisando que o que se percebe é uma tendência para queda na inadimplência e ainda uma maior possibilidade de compras por parte das famílias. No topo do ranking de dívidas aparece o cartão de crédito, responsável por 68,5% das respostas dos consumidores entrevistados. O cartão é seguido pelas dívidas com carnês (52,9%), cheque especial (24,3%), crédito pessoal (18,8%) e cheque pré-datado (12,9%). Contudo, o economista Pedro Ramos explica que o cartão não deve ser visto como vilão do endividamento, pois sua função atual tem sido a de substituir o uso do dinheiro. “Ele agrega algumas vantagens, como a facilidade de pagamento”, avalia Ramos.
Fonte: Jornal do Comércio
Juros de empréstimos são os mais baixos desde julho de 1994
As taxas de juros cobradas nos empréstimos para pessoas físicas apresentaram redução de 1,1 ponto percentual na passagem de janeiro para fevereiro e chegaram a 41,9% ao ano. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (23) pelo Banco Central, esse é o menor patamar da série histórica iniciada em julho de 1994.
No caso das empresas, a redução foi de 0,6 ponto percentual, para 25,9% ao ano. A taxa geral anual passou de 35,1%, em janeiro, para 34,3%, no mês passado, o menor nível desde dezembro de 2007.
A taxa de juros cobrada pelo uso do cheque especial também apresentou redução – de 1,6 ponto percentual – para 159,5% ao ano. O crédito pessoal, que inclui operações consignadas em folha de pagamento, teve redução de 1 ponto percentual, para 43,8% ao ano. No caso dos financiamentos de veículos, a taxa passou de 25,2% ao ano, em janeiro, para 24,1% ao ano, no mês passado. A redução nas taxas veio acompanhada de queda da inadimplência. A taxa total passou de 5,5%, em janeiro, para 5,3%, em fevereiro deste ano. Para as pessoas físicas, a redução foi de 0,4 ponto percentual e a taxa ficou em 7,2% no mês passado. No caso das empresas, houve ligeira queda, de 0,1 ponto percentual, para 3,7%. Na metodologia do BC, é considerado inadimplência o atraso superior a 90 dias.
O spread geral – diferença entre a taxa de captação e a aplicada na hora de conceder o empréstimo ao tomador final – passou de 25,1 pontos percentuais, em janeiro, para 24,3 pontos percentuais, em fevereiro. Para as pessoas físicas, o recuo foi de 1 ponto percentual, para 30,8 pontos percentuais. No caso das empresas, a redução foi de 0,6 ponto percentual para 16,9 pontos percentuais.
Fonte: Jornal do Comércio
No caso das empresas, a redução foi de 0,6 ponto percentual, para 25,9% ao ano. A taxa geral anual passou de 35,1%, em janeiro, para 34,3%, no mês passado, o menor nível desde dezembro de 2007.
A taxa de juros cobrada pelo uso do cheque especial também apresentou redução – de 1,6 ponto percentual – para 159,5% ao ano. O crédito pessoal, que inclui operações consignadas em folha de pagamento, teve redução de 1 ponto percentual, para 43,8% ao ano. No caso dos financiamentos de veículos, a taxa passou de 25,2% ao ano, em janeiro, para 24,1% ao ano, no mês passado. A redução nas taxas veio acompanhada de queda da inadimplência. A taxa total passou de 5,5%, em janeiro, para 5,3%, em fevereiro deste ano. Para as pessoas físicas, a redução foi de 0,4 ponto percentual e a taxa ficou em 7,2% no mês passado. No caso das empresas, houve ligeira queda, de 0,1 ponto percentual, para 3,7%. Na metodologia do BC, é considerado inadimplência o atraso superior a 90 dias.
O spread geral – diferença entre a taxa de captação e a aplicada na hora de conceder o empréstimo ao tomador final – passou de 25,1 pontos percentuais, em janeiro, para 24,3 pontos percentuais, em fevereiro. Para as pessoas físicas, o recuo foi de 1 ponto percentual, para 30,8 pontos percentuais. No caso das empresas, a redução foi de 0,6 ponto percentual para 16,9 pontos percentuais.
Fonte: Jornal do Comércio
segunda-feira, 22 de março de 2010
BC prevê investimento estrangeiro direto recorde em 2010
Os investimentos estrangeiros diretos (IED) devem fechar o mês de março em US$ 1,5 bilhão com uma novidade importante: pela primeira vez, a série registra a entrada maciça de capitais da China, que já estréia em terceiro lugar entre os países que mais investiram no Brasil.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, este deve ser o primeiro de muitos meses e reflete investimentos destinados à extração de minerais metálicos destinados à exportação. O BC prevê um ingresso recorde de IED este ano no país. A estimativa é de US$ 45 bilhões. Em março, até o dia 22, a autarquia já registrou ingresso de IED de US$ 1,1 bilhão.
"A solidez da economia e os projetos em andamento explicam este cenário positivo para os recursos externos. É de se esperar crescimento forte do investimento estrangeiro direto este ano", diz Lopes.
Em fevereiro, os investimentos estrangeiros ficaram em US$ 2,84 bilhões, o melhor saldo para fevereiro da série histórica do BC. No acumulado do primeiro bimestre, o ingresso de investimentos produtivos atingiu US$ 3,639 bilhões e, nos 12 meses encerrados em fevereiro, US$ 25,689 bilhões, o correspondente a 1,52% PIB.
Fonte: Jornal do Comércio
Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, este deve ser o primeiro de muitos meses e reflete investimentos destinados à extração de minerais metálicos destinados à exportação. O BC prevê um ingresso recorde de IED este ano no país. A estimativa é de US$ 45 bilhões. Em março, até o dia 22, a autarquia já registrou ingresso de IED de US$ 1,1 bilhão.
"A solidez da economia e os projetos em andamento explicam este cenário positivo para os recursos externos. É de se esperar crescimento forte do investimento estrangeiro direto este ano", diz Lopes.
Em fevereiro, os investimentos estrangeiros ficaram em US$ 2,84 bilhões, o melhor saldo para fevereiro da série histórica do BC. No acumulado do primeiro bimestre, o ingresso de investimentos produtivos atingiu US$ 3,639 bilhões e, nos 12 meses encerrados em fevereiro, US$ 25,689 bilhões, o correspondente a 1,52% PIB.
Fonte: Jornal do Comércio
Procon distribui cartilha sobre propaganda enganosa e exposição de preços em concessionárias
O Procon de Porto Alegre começa a distribuir nesta segunda-feira cartilhas a concessionárias da Capital com orientações sobre o Código de Defesa do Consumidor (CDC) aplicadas à venda de automóveis. A publicação foi editada pelo Sincodiv-RS e Fenabrave-RS, em conjunto com o Procon da Capital e o Procon RS.
O documento foi produzido com o objetivo de informar as concessionárias sobre as punições previstas no código pela prática de propaganda enganosa e irregularidades na afixação de preços dos veículos.
Durante fiscalização do Procon Porto Alegre a revendas da Capital foi constatada a diferença de valores entre os anúncios de venda de automóveis publicados nos jornais e os preços informados aos consumidores nas lojas. No anúncio, o custo do automóvel era inferior ao divulgado na concessionária, o que configura um ato de publicidade enganosa.
Os fiscais também notificaram as revendas por falta de precificação dos veículos expostos ao público. Segundo o órgão, as concessionárias devem mostrar o preço de cada automóvel, como se eles estivessem em uma vitrine.
Os consumidores podem fazer reclamações pelo telefone (51) 3289-1712, pelo e-mail procon@smic.prefpoa.com.br ou no site www.portoalegre.rs.gov.br/procon. O órgão municipal de defesa do consumidor funciona de segunda a sexta, das 9h às 16h, na Andradas, 686.
Fonte: Zero Hora
O documento foi produzido com o objetivo de informar as concessionárias sobre as punições previstas no código pela prática de propaganda enganosa e irregularidades na afixação de preços dos veículos.
Durante fiscalização do Procon Porto Alegre a revendas da Capital foi constatada a diferença de valores entre os anúncios de venda de automóveis publicados nos jornais e os preços informados aos consumidores nas lojas. No anúncio, o custo do automóvel era inferior ao divulgado na concessionária, o que configura um ato de publicidade enganosa.
Os fiscais também notificaram as revendas por falta de precificação dos veículos expostos ao público. Segundo o órgão, as concessionárias devem mostrar o preço de cada automóvel, como se eles estivessem em uma vitrine.
Os consumidores podem fazer reclamações pelo telefone (51) 3289-1712, pelo e-mail procon@smic.prefpoa.com.br ou no site www.portoalegre.rs.gov.br/procon. O órgão municipal de defesa do consumidor funciona de segunda a sexta, das 9h às 16h, na Andradas, 686.
Fonte: Zero Hora
Receita Federal investiga fraude em 15 fusões
Pelo menos 15 grandes companhias brasileiras estão na mira da Receita Federal por suspeita de terem simulado incorporações de empresas menores para pagarem menos Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), tributos que incidem sobre o lucro.
O caminho para a Receita autuar as empresas foi aberto por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou ilegais operações em que, para fugir do pagamento de impostos, uma empresa com prejuízo incorpora outra lucrativa.
O Fisco está passando um pente-fino em operações semelhantes feitas em anos anteriores. Negócios bilionários de fusão, aquisição e reorganização societária, que proliferaram em 2009, ano da crise global e de queda da arrecadação, também estão na mira da fiscalização da Receita.
Levantamento do Fisco mostrou que o rombo no caixa do governo com essas operações em 2007 foi de R$ 110 bilhões. Desde então, o uso desse tipo de recurso só aumentou.
— Em época de crise, a ousadia fica maior — disse uma fonte envolvida nas investigações.
A operação está sendo feita com o apoio da área de inteligência da Receita Federal. As operações das 15 empresas foram feitas no ano passado. Como essas operações são feitas com base em brechas da legislação, por meio do chamado planejamento tributário, o Fisco sempre teve dificuldade em provar a simulação. Agora, a inteligência trabalha com provas circunstanciais, que ajudam a mostrar que a operação foi feita com objetivo de fugir da tributação.
A decisão do STJ foi considerada pelo Fisco de extrema importância para coibir o planejamento tributário e a elisão fiscal.
Fonte: Zero Hora
O caminho para a Receita autuar as empresas foi aberto por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que considerou ilegais operações em que, para fugir do pagamento de impostos, uma empresa com prejuízo incorpora outra lucrativa.
O Fisco está passando um pente-fino em operações semelhantes feitas em anos anteriores. Negócios bilionários de fusão, aquisição e reorganização societária, que proliferaram em 2009, ano da crise global e de queda da arrecadação, também estão na mira da fiscalização da Receita.
Levantamento do Fisco mostrou que o rombo no caixa do governo com essas operações em 2007 foi de R$ 110 bilhões. Desde então, o uso desse tipo de recurso só aumentou.
— Em época de crise, a ousadia fica maior — disse uma fonte envolvida nas investigações.
A operação está sendo feita com o apoio da área de inteligência da Receita Federal. As operações das 15 empresas foram feitas no ano passado. Como essas operações são feitas com base em brechas da legislação, por meio do chamado planejamento tributário, o Fisco sempre teve dificuldade em provar a simulação. Agora, a inteligência trabalha com provas circunstanciais, que ajudam a mostrar que a operação foi feita com objetivo de fugir da tributação.
A decisão do STJ foi considerada pelo Fisco de extrema importância para coibir o planejamento tributário e a elisão fiscal.
Fonte: Zero Hora
sexta-feira, 19 de março de 2010
Caixas eletrônicos do BB oferecerão opção de escolha das cédulas
A partir da próxima quinta-feira (25), o Banco do Brasil começa um piloto de sua nova solução para os caixas eletrônicos. Com a mudança, os clientes terão duas opções para escolha de cédulas ao sacar o dinheiro.
Por exemplo, um cliente que resolva sacar R$ 440,00 poderá escolher entre sacar duas cédulas de R$ 100, duas de R$ 50, cinco de R$ 20 e quatro de R$ 10, ou três de R$ 100, duas de R$ 50 e duas de R$ 20. Se o cliente não escolher um grupo de cédulas dentro de dez segundos, o terminal faz a opção automaticamente e libera o dinheiro para saque.
Segundo o diretor de Tecnologia, José Francisco Alvares Raya, para viabilizar a solução, a Tecnologia do Banco criou um novo algorítimo para o software do terminal. Dessa forma, a máquina analisa a quantidade de cédulas em estoque antes de oferecer as duas opções para cliente, o que garante a disponibilidade equânime de cédulas e a eficiência no abastecimento dos caixas.
A previsão é de que o piloto dure cerca de 15 dias e a opção é compatível com o sistema operacional Linux, que irá equipar toda a rede do BB até final do ano que vem. Nenhum grande banco de varejo oferece ao cliente algo semelhante.
Fonte: Jornal do Comércio
Por exemplo, um cliente que resolva sacar R$ 440,00 poderá escolher entre sacar duas cédulas de R$ 100, duas de R$ 50, cinco de R$ 20 e quatro de R$ 10, ou três de R$ 100, duas de R$ 50 e duas de R$ 20. Se o cliente não escolher um grupo de cédulas dentro de dez segundos, o terminal faz a opção automaticamente e libera o dinheiro para saque.
Segundo o diretor de Tecnologia, José Francisco Alvares Raya, para viabilizar a solução, a Tecnologia do Banco criou um novo algorítimo para o software do terminal. Dessa forma, a máquina analisa a quantidade de cédulas em estoque antes de oferecer as duas opções para cliente, o que garante a disponibilidade equânime de cédulas e a eficiência no abastecimento dos caixas.
A previsão é de que o piloto dure cerca de 15 dias e a opção é compatível com o sistema operacional Linux, que irá equipar toda a rede do BB até final do ano que vem. Nenhum grande banco de varejo oferece ao cliente algo semelhante.
Fonte: Jornal do Comércio
Diretor do BC quer índice para preço de imóveis
Cotado para suceder Henrique Meirelles no comando do Banco Central (BC), o diretor de Normas da instituição, Alexandre Tombini, defendeu nesta sexta-feira (19) a necessidade de criação de um índice de preços de imóveis (casas, terrenos, etc). Atualmente, só existem índices que medem custos da construção dos imóveis e não da variação do preços das casas, prédios e terrenos. O novo índice, segundo Tombini, seria usado pelo BC no monitoramento do setor, que vem crescendo de forma expressiva no País, ajudando a evitar riscos para o sistema financeiro.
"Há uma necessidade de termos um indicador de preços confiável, robusto e com bastante abrangência. Não só para o mercado definir estratégias e mensurar riscos, mas também para o monitoramento do regulador e por parte das próprias instituições financeiras. Precisamos avançar nisso, tendo em vista as perspectivas para o segmento de crédito imobiliário", disse o diretor do BC.
Segundo Tombini, que participou do encerramento da 2ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário, essa é uma agenda de "curto prazo", mas cuja discussão ainda está no início. Ele explicou que esse novo índice não deverá ser elaborado pelo BC, mas por uma entidade como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Ao demonstrar interesse em criar um índice de preços de imóveis, Tombini evidencia a preocupação do BC em evitar problemas de bolhas no setor imobiliário, como as que levaram à crise internacional a partir do final de 2008. A chamada crise do subprime teve como um dos seus elementos principais a contínua e forte elevação dos preços dos imóveis residenciais nos Estados Unidos. Esse processo de inflação no mercado imobiliário americano alimentava o forte crescimento do crédito naquele País e a criação de instrumentos financeiros arriscados, os chamados ativos tóxicos.
Quando a bolha estourou e os preços dos imóveis começaram a cair, o sistema de garantias desses créditos ruiu, levando à pior crise econômica mundial em 80 anos. Depois dessa crise, cada vez mais se discute o papel dos bancos centrais não só como guardiães da moeda, mas também como responsáveis por evitar "bolhas de ativos", como imóveis, que podem afetar toda a economia. A proposta de Tombini deve ser lida dentro desse contexto.
Segundo o diretor do BC, o crédito imobiliário no Brasil vai crescer mais que outras modalidades nos próximos anos, liderando a expansão do crédito no Brasil. "E para que esse crescimento se dê em bases sustentáveis é importante ter informações confiáveis para desenho das políticas", disse.
O presidente do BC, Henrique Meirelles, alertou, em videoconferência gravada para o mesmo evento, que é preciso cuidar para que não sejam criados "mecanismos artificiais" de geração de fontes de financiamento (funding), diante do desafio do setor de avançar em opções alternativas à poupança para o financiamento imobiliário.
Segundo ele, nessa fase de crescimento é mais importante ainda que as regras prudenciais sejam seguidas pelas instituições financeiras. "O BC está atento e sempre trabalhará em normas prudenciais. Mas é importante que as pessoas, agentes, estejam bastante alertas. A experiência mostra que problemas surgem na euforia", disse Meirelles, explicando que essas dificuldades surgem da falsa percepção de que, durante o crescimento, não há riscos. "Em períodos de crescimento é particularmente importante que as normas para concessão de crédito sejam seguidas". O presidente do BC também ressaltou a importância da estabilidade para o desenvolvimento do setor imobiliário.
Fonte: Jornal do Comércio
"Há uma necessidade de termos um indicador de preços confiável, robusto e com bastante abrangência. Não só para o mercado definir estratégias e mensurar riscos, mas também para o monitoramento do regulador e por parte das próprias instituições financeiras. Precisamos avançar nisso, tendo em vista as perspectivas para o segmento de crédito imobiliário", disse o diretor do BC.
Segundo Tombini, que participou do encerramento da 2ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário, essa é uma agenda de "curto prazo", mas cuja discussão ainda está no início. Ele explicou que esse novo índice não deverá ser elaborado pelo BC, mas por uma entidade como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Ao demonstrar interesse em criar um índice de preços de imóveis, Tombini evidencia a preocupação do BC em evitar problemas de bolhas no setor imobiliário, como as que levaram à crise internacional a partir do final de 2008. A chamada crise do subprime teve como um dos seus elementos principais a contínua e forte elevação dos preços dos imóveis residenciais nos Estados Unidos. Esse processo de inflação no mercado imobiliário americano alimentava o forte crescimento do crédito naquele País e a criação de instrumentos financeiros arriscados, os chamados ativos tóxicos.
Quando a bolha estourou e os preços dos imóveis começaram a cair, o sistema de garantias desses créditos ruiu, levando à pior crise econômica mundial em 80 anos. Depois dessa crise, cada vez mais se discute o papel dos bancos centrais não só como guardiães da moeda, mas também como responsáveis por evitar "bolhas de ativos", como imóveis, que podem afetar toda a economia. A proposta de Tombini deve ser lida dentro desse contexto.
Segundo o diretor do BC, o crédito imobiliário no Brasil vai crescer mais que outras modalidades nos próximos anos, liderando a expansão do crédito no Brasil. "E para que esse crescimento se dê em bases sustentáveis é importante ter informações confiáveis para desenho das políticas", disse.
O presidente do BC, Henrique Meirelles, alertou, em videoconferência gravada para o mesmo evento, que é preciso cuidar para que não sejam criados "mecanismos artificiais" de geração de fontes de financiamento (funding), diante do desafio do setor de avançar em opções alternativas à poupança para o financiamento imobiliário.
Segundo ele, nessa fase de crescimento é mais importante ainda que as regras prudenciais sejam seguidas pelas instituições financeiras. "O BC está atento e sempre trabalhará em normas prudenciais. Mas é importante que as pessoas, agentes, estejam bastante alertas. A experiência mostra que problemas surgem na euforia", disse Meirelles, explicando que essas dificuldades surgem da falsa percepção de que, durante o crescimento, não há riscos. "Em períodos de crescimento é particularmente importante que as normas para concessão de crédito sejam seguidas". O presidente do BC também ressaltou a importância da estabilidade para o desenvolvimento do setor imobiliário.
Fonte: Jornal do Comércio
Venda de carros importados cresce 170% em fevereiro
As vendas de carros importados cresceram 6,9% em fevereiro em relação ao mês anterior. Foram 5.422 emplacamentos contra 5.073 veículos em janeiro, segundo informou a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).
Já na comparação com igual período de 2009, o crescimento chega a 170,8%. Foram 5.422 unidades do mês passado contra 2.002 veículos em igual período de 2009. Para o presidente da entidade, José Luiz Gandini, a estabilidade das moedas estrangeiras, o acesso ao crédito no Brasil e a série de lançamentos de produtos importados têm beneficiado o setor.
No primeiro bimestre de 2010, a alta foi de 168,7%. O acumulado de janeiro e fevereiro de 2010 registra 10.495 unidades contra os 3.906 veículos do primeiro bimestre de 2009.
O levantamento leva em conta os dados de emplacamento das 22 marcas filiadas à Abeiva - Aston Martin, Audi, BMW, Chana, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Hafei Motor, JAC, Jaguar, Jeep, Jinbei, Kia Motors, Land Rover, Pagani, Porsche, Spyker, SsangYong, Suzuki e Volvo.
Ao considerar somente as 14 marcas associadas em fevereiro de 2009 ante os resultados de fevereiro deste ano, com exceção da Ferrari e da Maserati que deixaram a entidade em julho passado, os dados de emplacamento indicam aumento de 145,2%. Foram emplacadas 4.908 unidades, em fevereiro deste ano, contra 2.002 veículos de fevereiro de 2009.
Os dados de vendas no atacado – das importadoras para a rede autorizada de concessionárias –, das 22 marcas, por sua vez, mostram crescimento de 18,7% em fevereiro em relação ao mês anterior. Foram 6.640 unidades conta 5.596 veículos em janeiro.
A Abeiva tem participação de 2,57% no mercado total interno e de13,4% do mercado de importados.
Fonte: Zero Hora
Já na comparação com igual período de 2009, o crescimento chega a 170,8%. Foram 5.422 unidades do mês passado contra 2.002 veículos em igual período de 2009. Para o presidente da entidade, José Luiz Gandini, a estabilidade das moedas estrangeiras, o acesso ao crédito no Brasil e a série de lançamentos de produtos importados têm beneficiado o setor.
No primeiro bimestre de 2010, a alta foi de 168,7%. O acumulado de janeiro e fevereiro de 2010 registra 10.495 unidades contra os 3.906 veículos do primeiro bimestre de 2009.
O levantamento leva em conta os dados de emplacamento das 22 marcas filiadas à Abeiva - Aston Martin, Audi, BMW, Chana, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Hafei Motor, JAC, Jaguar, Jeep, Jinbei, Kia Motors, Land Rover, Pagani, Porsche, Spyker, SsangYong, Suzuki e Volvo.
Ao considerar somente as 14 marcas associadas em fevereiro de 2009 ante os resultados de fevereiro deste ano, com exceção da Ferrari e da Maserati que deixaram a entidade em julho passado, os dados de emplacamento indicam aumento de 145,2%. Foram emplacadas 4.908 unidades, em fevereiro deste ano, contra 2.002 veículos de fevereiro de 2009.
Os dados de vendas no atacado – das importadoras para a rede autorizada de concessionárias –, das 22 marcas, por sua vez, mostram crescimento de 18,7% em fevereiro em relação ao mês anterior. Foram 6.640 unidades conta 5.596 veículos em janeiro.
A Abeiva tem participação de 2,57% no mercado total interno e de13,4% do mercado de importados.
Fonte: Zero Hora
quarta-feira, 17 de março de 2010
Criação de emprego formal bate recorde no mês passado
O Ministério do Trabalho informou que o saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no País em fevereiro foi de 209.425, o que representa um novo recorde para o mês. O recorde anterior para meses de fevereiro havia sido obtido em 2008, quando foram abertas 204.963 vagas formais no segundo mês daquele ano.
Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (17), no acumulado dos dois primeiros meses de 2010, a criação de vagas de emprego superou as demissões em 390.444 postos de trabalho formais. A meta do governo para este ano é atingir 2 milhões de novos empregos com carteira assinada. Em fevereiro de 2009, o Caged registrou abertura de 9.179 postos de trabalho com carteira assinada.
Fonte: Jornal do Comércio
Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (17), no acumulado dos dois primeiros meses de 2010, a criação de vagas de emprego superou as demissões em 390.444 postos de trabalho formais. A meta do governo para este ano é atingir 2 milhões de novos empregos com carteira assinada. Em fevereiro de 2009, o Caged registrou abertura de 9.179 postos de trabalho com carteira assinada.
Fonte: Jornal do Comércio
Liminar prorroga auxílio-doença na Capital e em Canoas durante espera por perícia
A Defensoria Pública da União no Rio Grande do Sul conseguiu liminares junto à 1ª Vara Federal Previdenciária de Porto Alegre e à Vara Federal Cível de Canoas para prorrogar automaticamente a concessão de auxílio-doença a quem já solicitou a continuidade do benefício no âmbito das gerências regionais da Previdência nas duas cidades.
Segundo a defensora pública federal Lilian Alves Ackermann, mais de 100 pedidos entre Porto Alegre e Canoas motivaram as ações coletivas. As reclamações, segundo ela, ocorreram porque os beneficiários chegavam a aguardar até três meses por uma nova consulta junto à perícia após solicitar a renovação do benefício.
Ao longo do período de espera, muitas vezes o prazo de término da primeira solicitação acabava e as pessoas perdiam o direito ao auxílio. De acordo com a defensora, o órgão constatou que a demora na realização da consulta decorria da insuficiência de médicos peritos do instituto em algumas regiões do Estado.
A aprovação da liminar garante a continuidade do recebimento do auxílio-doença até a nova consulta. As pessoas que ainda pretendem entrar com o pedido de prorrogação também serão contempladas pela medida.
Fonte: Zero Hora
Segundo a defensora pública federal Lilian Alves Ackermann, mais de 100 pedidos entre Porto Alegre e Canoas motivaram as ações coletivas. As reclamações, segundo ela, ocorreram porque os beneficiários chegavam a aguardar até três meses por uma nova consulta junto à perícia após solicitar a renovação do benefício.
Ao longo do período de espera, muitas vezes o prazo de término da primeira solicitação acabava e as pessoas perdiam o direito ao auxílio. De acordo com a defensora, o órgão constatou que a demora na realização da consulta decorria da insuficiência de médicos peritos do instituto em algumas regiões do Estado.
A aprovação da liminar garante a continuidade do recebimento do auxílio-doença até a nova consulta. As pessoas que ainda pretendem entrar com o pedido de prorrogação também serão contempladas pela medida.
Fonte: Zero Hora
Confira os conselhos sobre liderança do autor de O Monge e o Executivo
Ele vendeu, apenas no Brasil, mais de 2 milhões de unidades de sua mais famosa obra, O Monge e o Executivo, um mix de gestão de pessoas com boas doses de autoajuda e religiosidade.
É com essa carta de apresentação que o norte-americano James C. Hunter atraiu para o Teatro do Sesi, ontem à noite, na Capital, gestores, empresários, executivos, gerentes e estudantes. O best-seller está na lista dos mais vendidos praticamente desde seu lançamento por aqui, em 2004, e disseminou-se primeiro entre empresários e executivos. Posteriormente, ganhou status de leitura obrigatória entre gerentes de qualquer setor, porte ou ramo de atividade e entre estudantes.
Hunter conquistou o público com um enredo tão simples como a palestra proferida na noite de ontem: ele conta a história de um diretor de empresas em crise profissional e pessoal, que descobre um curso ministrado em um monastério. No programa, pequenos grupos discutem um novo perfil de liderança: o líder servidor, cuja fonte de inspiração é um ex-executivo que se tornou monge.
Confira abaixo alguns dos conselhos de Hunter que prenderam a atenção da plateia:
1) Pergunte a si mesmo: que tipo de chefe eu sou? Eu gostaria de ser meu funcionário? Você é o chefe que gostaria de ter? Pense no chefe que você gostaria e seja exatamente isso. Essa regra resume tudo. Certamente, ele será um bom ouvinte, terá paciência, respeito, caráter. A regra é básica e conhecida há muitos anos: não faça aos outros o que não gostariam que fizessem a você.
2) Uma boa notícia é que existem muitos livros que ensinam a ser grandes líderes. A má notícia é que isso não resolve o seu problema. As pessoas esperam por um pó mágico, um livro ou um powerpoint que simplesmente as tornem melhores. Você vai ter que mudar, colocar tudo em prática.
3) O líder precisa dar o que as pessoas precisam, não necessariamente o que elas querem. O que elas querem e o que precisam talvez não seja o mesmo. Os melhores chefes têm de identificar o que seus colaboradores precisam e dar isso a eles.
4) Liderar não tem nada a ver com gerenciar. Conheço muitos executivos e gestores que sabem ler balanços, analisar contas e a estrutura. Isso é gerenciar. Liderar é diferente. É inspirar as pessoas, é deixar a sua marca.
5) Liderança é a marca que você deixa nas pessoas, na empresa em que você trabalha. Pense se a empresa é pelo menos um pouco melhor porque vocês estão lá. Você é do tipo que pega as coisas e as deixa como estão ou as melhora?
6) Um líder não nasce feito. Não é DNA. Liderança é habilidade que se desenvolve. Se você tem consciência de que é uma habilidade e que para isso precisa se desenvolver constantemente, e que isso implica mudar, está no caminho certo.
7) Para ser melhor é preciso praticar. Ninguém aprende a nadar ou jogar golfe lendo um livro. Aprende nadando, jogando golfe. Se leu meu livro e acha que já melhorou, não investiu bem o seu dinheiro. Pratique, faça embaixadinhas e aprenda a jogar.
Fonte: Zero Hora
É com essa carta de apresentação que o norte-americano James C. Hunter atraiu para o Teatro do Sesi, ontem à noite, na Capital, gestores, empresários, executivos, gerentes e estudantes. O best-seller está na lista dos mais vendidos praticamente desde seu lançamento por aqui, em 2004, e disseminou-se primeiro entre empresários e executivos. Posteriormente, ganhou status de leitura obrigatória entre gerentes de qualquer setor, porte ou ramo de atividade e entre estudantes.
Hunter conquistou o público com um enredo tão simples como a palestra proferida na noite de ontem: ele conta a história de um diretor de empresas em crise profissional e pessoal, que descobre um curso ministrado em um monastério. No programa, pequenos grupos discutem um novo perfil de liderança: o líder servidor, cuja fonte de inspiração é um ex-executivo que se tornou monge.
Confira abaixo alguns dos conselhos de Hunter que prenderam a atenção da plateia:
1) Pergunte a si mesmo: que tipo de chefe eu sou? Eu gostaria de ser meu funcionário? Você é o chefe que gostaria de ter? Pense no chefe que você gostaria e seja exatamente isso. Essa regra resume tudo. Certamente, ele será um bom ouvinte, terá paciência, respeito, caráter. A regra é básica e conhecida há muitos anos: não faça aos outros o que não gostariam que fizessem a você.
2) Uma boa notícia é que existem muitos livros que ensinam a ser grandes líderes. A má notícia é que isso não resolve o seu problema. As pessoas esperam por um pó mágico, um livro ou um powerpoint que simplesmente as tornem melhores. Você vai ter que mudar, colocar tudo em prática.
3) O líder precisa dar o que as pessoas precisam, não necessariamente o que elas querem. O que elas querem e o que precisam talvez não seja o mesmo. Os melhores chefes têm de identificar o que seus colaboradores precisam e dar isso a eles.
4) Liderar não tem nada a ver com gerenciar. Conheço muitos executivos e gestores que sabem ler balanços, analisar contas e a estrutura. Isso é gerenciar. Liderar é diferente. É inspirar as pessoas, é deixar a sua marca.
5) Liderança é a marca que você deixa nas pessoas, na empresa em que você trabalha. Pense se a empresa é pelo menos um pouco melhor porque vocês estão lá. Você é do tipo que pega as coisas e as deixa como estão ou as melhora?
6) Um líder não nasce feito. Não é DNA. Liderança é habilidade que se desenvolve. Se você tem consciência de que é uma habilidade e que para isso precisa se desenvolver constantemente, e que isso implica mudar, está no caminho certo.
7) Para ser melhor é preciso praticar. Ninguém aprende a nadar ou jogar golfe lendo um livro. Aprende nadando, jogando golfe. Se leu meu livro e acha que já melhorou, não investiu bem o seu dinheiro. Pratique, faça embaixadinhas e aprenda a jogar.
Fonte: Zero Hora
terça-feira, 16 de março de 2010
Banco do Brasil eleva crédito para clientes em R$ 8,2 bilhões
O Banco do Brasil (BB) voltou a ampliar os limites de crédito para os clientes pessoas físicas. Dessa vez, a oferta será elevada em R$ 8,2 bilhões e beneficiará 1,4 milhão de correntistas. Segundo a instituição financeira, essa ampliação foi possível devido a uma melhoria na gestão do cadastro, o que permitirá elevação ou reativação de limites.
De acordo com o vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global do BB, Ricardo Flores, essa melhora na gestão leva em conta o perfil de risco dos clientes. São beneficiados com os aumentos dos limites aqueles com bom histórico de pagamento e propensão para o consumo. "É o nosso cadastro positivo interno. Os resultados das medidas anteriores mostram que essa estratégia tem sido vencedora, pois conseguimos fazer com que nossa carteira crescesse nas operações com melhores riscos", disse Flores.
A ampliação anunciada ontem se soma a três outras realizadas no ano passado. Elas foram feitas com o objetivo de estimular o consumo no momento em que o governo temia um arrefecimento maior da economia como consequência da crise externa. Em maio de 2009, o limite foi ampliado em R$ 13 bilhões para 10 milhões de clientes. Em setembro, um novo ajuste na gestão do cadastro permitiu R$ 12,7 bilhões em limites nas operações concedidas ao consumidor diretamente por estabelecimentos comerciais conveniados.
Além disso, 1,2 milhão de clientes tiveram os limites dos cartões de crédito e operações de crédito direto ao consumidor (CDC) ampliados em R$ 5 bilhões. O BB estima que entre maio e dezembro os clientes que tiveram os limites ampliados contrataram R$ 5 bilhões em operações de crédito. Ao final de dezembro, a carteira de crédito total do banco federal era de R$ 321,7 bilhões, valor 28,4% superior ao registrado em igual mês de 2008. O financiamento ao consumo chegou a R$ 91,8 bilhões, o que representa uma expansão de 88,1%.
Fonte: Jornal do Comércio
De acordo com o vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global do BB, Ricardo Flores, essa melhora na gestão leva em conta o perfil de risco dos clientes. São beneficiados com os aumentos dos limites aqueles com bom histórico de pagamento e propensão para o consumo. "É o nosso cadastro positivo interno. Os resultados das medidas anteriores mostram que essa estratégia tem sido vencedora, pois conseguimos fazer com que nossa carteira crescesse nas operações com melhores riscos", disse Flores.
A ampliação anunciada ontem se soma a três outras realizadas no ano passado. Elas foram feitas com o objetivo de estimular o consumo no momento em que o governo temia um arrefecimento maior da economia como consequência da crise externa. Em maio de 2009, o limite foi ampliado em R$ 13 bilhões para 10 milhões de clientes. Em setembro, um novo ajuste na gestão do cadastro permitiu R$ 12,7 bilhões em limites nas operações concedidas ao consumidor diretamente por estabelecimentos comerciais conveniados.
Além disso, 1,2 milhão de clientes tiveram os limites dos cartões de crédito e operações de crédito direto ao consumidor (CDC) ampliados em R$ 5 bilhões. O BB estima que entre maio e dezembro os clientes que tiveram os limites ampliados contrataram R$ 5 bilhões em operações de crédito. Ao final de dezembro, a carteira de crédito total do banco federal era de R$ 321,7 bilhões, valor 28,4% superior ao registrado em igual mês de 2008. O financiamento ao consumo chegou a R$ 91,8 bilhões, o que representa uma expansão de 88,1%.
Fonte: Jornal do Comércio
Vendas por meio da internet crescem 30% em 2009
As vendas por meio da internet apresentaram um crescimento de 30% no ano passado em relação a 2008, atingindo uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões, segundo divulgou nesta terça-feira (16) a empresa de monitoramento de comércio eletrônico, e-bit. Para 2010, a expectativa é repetir o ritmo de crescimento em 30%.
O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado passou para 17,6 milhões de pessoas, uma alta de 33% sobre 2008. Em 2010 a estimativa é de que atinja 23 milhões, o que representaria uma elevação de 35%. As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros; saúde, beleza e medicamentos; eletrodomésticos; informática; e eletrônicos.
O tíquete médio em 2009 nas vendas pela internet foi de R$ 355, o que representou um aumento de 2% sobre o valor de 2008. Segundo a e-bit, os preços na internet no ano passado sofreram uma pressão de queda em razão da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar roupa.
Fonte: Agência Estado
O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado passou para 17,6 milhões de pessoas, uma alta de 33% sobre 2008. Em 2010 a estimativa é de que atinja 23 milhões, o que representaria uma elevação de 35%. As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros; saúde, beleza e medicamentos; eletrodomésticos; informática; e eletrônicos.
O tíquete médio em 2009 nas vendas pela internet foi de R$ 355, o que representou um aumento de 2% sobre o valor de 2008. Segundo a e-bit, os preços na internet no ano passado sofreram uma pressão de queda em razão da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da linha branca, como geladeiras, fogões e máquinas de lavar roupa.
Fonte: Agência Estado
Mais de 164 mil contribuintes gaúchos já entregaram a declaração do IR
A Receita Federal recebeu até as 11h desta terça-feira um total de 2.459.639 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2010. No Rio Grande do Sul, 164.856 declarações. O prazo de entrega do IR 2010 começou no dia 1º de março e se estende até 30 de abril.
O órgão também está alertando os contribuintes quanto ao recebimento de e-mails com o nome do órgão. A Receita informa que não manda e-mails sem autorização do contribuinte e nem autoriza parceiros e conveniados a fazê-lo em seu nome.
As mensagens falsas iludem o cidadão com apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, que usam nomes e timbres oficiais, informando, por exemplo, que o "CPF está cancelado ou pendente de regularização", afirmando que a "declaração de Imposto de Renda possui erros e deve ser enviada uma declaração retificadora", ou comunicando "erros na Restituição do Imposto de Renda" e "citando valores residuais a serem recebidos".
A Receita aconselha que o contribuinte exclua as mensagens e orienta que o destinatário não clique em links nem abra arquivos anexados.
Fonte: Zero Hora
O órgão também está alertando os contribuintes quanto ao recebimento de e-mails com o nome do órgão. A Receita informa que não manda e-mails sem autorização do contribuinte e nem autoriza parceiros e conveniados a fazê-lo em seu nome.
As mensagens falsas iludem o cidadão com apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e falsas, que usam nomes e timbres oficiais, informando, por exemplo, que o "CPF está cancelado ou pendente de regularização", afirmando que a "declaração de Imposto de Renda possui erros e deve ser enviada uma declaração retificadora", ou comunicando "erros na Restituição do Imposto de Renda" e "citando valores residuais a serem recebidos".
A Receita aconselha que o contribuinte exclua as mensagens e orienta que o destinatário não clique em links nem abra arquivos anexados.
Fonte: Zero Hora
segunda-feira, 15 de março de 2010
Receita libera pagamento de lotes de restituição do IR de 2008 e 2009
A Receita Federal libera nesta segunda-feira (15) o pagamento de dois lotes de restituição do Imposto de Renda das pessoas físicas que saíram da malha fina, referentes a 2008 (ano-calendário 2007) e 2009 (ano-calendário 2008). A consulta ao lote pode ser feita na internet, no endereço www.receita.fazenda.gov.br, ou pelo telefone 146 (ReceitaFone). Ao todo, são 52.202 contribuintes, totalizando R$ 99.999.999,96.
Do exercício de 2009, serão creditadas restituições para 40.434 contribuintes, totalizando R$ 74.756.495,55, com correção de 8,03%. Segundo informações da Receita, desse total, 6.971 contribuintes tiveram prioridade, conforme a Lei 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), totalizando R$ 20.138.546,07.
Para o lote residual de 2008, as restituições totalizam R$ 25.243.504,41 com correção de 20,10%. Foram contemplados 11.768 contribuintes.
Fonte: Jornal do Comércio
Do exercício de 2009, serão creditadas restituições para 40.434 contribuintes, totalizando R$ 74.756.495,55, com correção de 8,03%. Segundo informações da Receita, desse total, 6.971 contribuintes tiveram prioridade, conforme a Lei 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), totalizando R$ 20.138.546,07.
Para o lote residual de 2008, as restituições totalizam R$ 25.243.504,41 com correção de 20,10%. Foram contemplados 11.768 contribuintes.
Fonte: Jornal do Comércio
Consumidor tem mais acesso aos órgãos de defesa
Consumir é parte do dia a dia de todos. Mostrar insatisfação diante dos serviços prestados, também. Vinte anos depois da instituição do Código de Defesa do Consumidor, os órgãos de defesa alertam que muitos direitos são sistematicamente desrespeitados, mas reconhecem que houve avanço significativo no acesso à informação – e à reclamação.
Hoje, Dia do Consumidor, vale a pena chamar a atenção para os avanços e as carências que ainda existem nesta área. Uma prova disso é o número de atendimentos realizados pelo Procon da Capital nos seus dois anos de existência. Quarenta e quatro mil consumidores buscaram o apoio do órgão. Com a expansão da tecnologia, a internet também se tornou um fórum para as pessoas expressarem seus descontentamentos, tirarem dúvidas e se relacionarem com as empresas.
Para Omar Ferri Júnior, presidente do Procon de Porto Alegre, a possibilidade que o cliente tem de se expressar obriga o fornecedor a melhorar o serviço:
– O próximo passo é a fidelização do cliente por meio de boas práticas, do investimento em pós-venda.
Além de o consumidor ter mais consciência, outras atitudes também passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Hoje, o consumidor que comemora o seu dia conquistou mais conhecimento sobre os produtos e serviços que adquire. De acordo com Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação de defesa do consumidor Pro Teste, a obrigatoriedade de informar o valor nutricional ou o prazo de validade dos alimentos, por exemplo, foi uma conquista trazida pelo Código. Esse direito básico de saber detalhes sobre aquilo que se compra deve se estender a todos os bens comercializados.
Algumas práticas consideradas abusivas:
> Contratos de fidelização superiores a 12 meses (comuns em serviços de telefonia)
> Reajustes de cobrança em patamares muito altos
> Negativa de cobertura de certos tratamentos (no caso de planos de saúde)
> Fornecimento e cobrança de serviços não solicitados pelo consumidor
> Exigência de vantagem exagerada ou desproporcional (como juros abusivos)
> Prestação de serviços sem apresentação prévia de um orçamento com a previsão de custos
> Não estipular prazo máximo para entrega de produto ou fornecimento de serviço
> Uso de peças usadas ou recondicionadas no conserto de um produto, sem autorização do consumidor
> Multa superior a 2% do valor da prestação, nos contratos de financiamentos
> Recusa na hora de trocar produtos com defeitos, como carros e eletrodomésticos
O que o consumidor insatisfeito deve fazer?
1) Buscar o fornecedor e ouvir suas justificativas a respeito da questão
2) Diante da justificativa, buscar órgãos de defesa do consumidor para expôr a situação e saber se houve ilegalidade
3) Caso tenha havido abuso, tentar um acordo com a empresa
4) Se não houver acordo, buscar o poder judiciário. O Juizado Especial Cível trata de causas com valor até 40 salários mínimos. Ações de até 20 salários mínimos não requerem advogado
Fonte: Zero Hora
Hoje, Dia do Consumidor, vale a pena chamar a atenção para os avanços e as carências que ainda existem nesta área. Uma prova disso é o número de atendimentos realizados pelo Procon da Capital nos seus dois anos de existência. Quarenta e quatro mil consumidores buscaram o apoio do órgão. Com a expansão da tecnologia, a internet também se tornou um fórum para as pessoas expressarem seus descontentamentos, tirarem dúvidas e se relacionarem com as empresas.
Para Omar Ferri Júnior, presidente do Procon de Porto Alegre, a possibilidade que o cliente tem de se expressar obriga o fornecedor a melhorar o serviço:
– O próximo passo é a fidelização do cliente por meio de boas práticas, do investimento em pós-venda.
Além de o consumidor ter mais consciência, outras atitudes também passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. Hoje, o consumidor que comemora o seu dia conquistou mais conhecimento sobre os produtos e serviços que adquire. De acordo com Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação de defesa do consumidor Pro Teste, a obrigatoriedade de informar o valor nutricional ou o prazo de validade dos alimentos, por exemplo, foi uma conquista trazida pelo Código. Esse direito básico de saber detalhes sobre aquilo que se compra deve se estender a todos os bens comercializados.
Algumas práticas consideradas abusivas:
> Contratos de fidelização superiores a 12 meses (comuns em serviços de telefonia)
> Reajustes de cobrança em patamares muito altos
> Negativa de cobertura de certos tratamentos (no caso de planos de saúde)
> Fornecimento e cobrança de serviços não solicitados pelo consumidor
> Exigência de vantagem exagerada ou desproporcional (como juros abusivos)
> Prestação de serviços sem apresentação prévia de um orçamento com a previsão de custos
> Não estipular prazo máximo para entrega de produto ou fornecimento de serviço
> Uso de peças usadas ou recondicionadas no conserto de um produto, sem autorização do consumidor
> Multa superior a 2% do valor da prestação, nos contratos de financiamentos
> Recusa na hora de trocar produtos com defeitos, como carros e eletrodomésticos
O que o consumidor insatisfeito deve fazer?
1) Buscar o fornecedor e ouvir suas justificativas a respeito da questão
2) Diante da justificativa, buscar órgãos de defesa do consumidor para expôr a situação e saber se houve ilegalidade
3) Caso tenha havido abuso, tentar um acordo com a empresa
4) Se não houver acordo, buscar o poder judiciário. O Juizado Especial Cível trata de causas com valor até 40 salários mínimos. Ações de até 20 salários mínimos não requerem advogado
Fonte: Zero Hora
sexta-feira, 12 de março de 2010
Receita abre consulta a lote residual do Imposto de Renda de 2004
Um total de 16 contribuintes que estavam na malha fina há seis anos receberão restituição do Imposto de Renda. A Receita Federal abre nesta sexta-feira (12) consulta ao lote residual de 2004.
Ao todo, a Receita desembolsará R$ 55,6 mil com o pagamento das restituições. As investigações da malha fina também constataram que nove contribuintes terão de pagar imposto, no total de R$ 44,2 mil. Apenas um contribuinte não terá imposto a pagar nem a receber.
O valor estará disponível para saque na rede bancária a partir de 22 de março e terá correção de 76,74 %, correspondente à variação da taxa Selic, que define os juros básicos da economia, entre maio de 2004 e março de 2010.
A relação dos contribuintes beneficiados com a restituição estará disponível a partir das 9h na página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br). O contribuinte sem acesso à internet pode ligar para o telefone 146 para fazer a consulta.
Fonte: Zero Hora
Ao todo, a Receita desembolsará R$ 55,6 mil com o pagamento das restituições. As investigações da malha fina também constataram que nove contribuintes terão de pagar imposto, no total de R$ 44,2 mil. Apenas um contribuinte não terá imposto a pagar nem a receber.
O valor estará disponível para saque na rede bancária a partir de 22 de março e terá correção de 76,74 %, correspondente à variação da taxa Selic, que define os juros básicos da economia, entre maio de 2004 e março de 2010.
A relação dos contribuintes beneficiados com a restituição estará disponível a partir das 9h na página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br). O contribuinte sem acesso à internet pode ligar para o telefone 146 para fazer a consulta.
Fonte: Zero Hora
Preço do álcool começa a cair nos postos de combustível
Desde a semana passada, o preço do álcool caiu até R$ 0,50 em alguns postos de combustível. Já é possível encontrar o litro a R$ 1,89 em postos da Avenida Ipiranga, em Porto Alegre, e da BR-116, em Canoas. Foram consultados 15 estabelecimentos na manhã desta sexta-feira.
Comparando os preços mais baixos encontrados por nós hoje, ainda não está valendo a pena abastecer o carro flex com álcool. Mas o motorista deve fazer a comparação nos postos onde costuma abastecer. O cálculo é simples. Por causa da diferença de rendimento do combustível no motor do carro, o álcool não pode superar 70% do preço da gasolina.
O preço do álcool combustível tem registrado forte alta desde o ano passado. Só em janeiro e fevereiro, o aumento foi de 14%, conforme levantamento da UFRGS. As usinas alegaram problemas na colheita passada de cana-de-açúcar. Mas o mercado afirma que o principal motivo foi a quebra da safra de cana na Índia, o que elevou o preço do açúcar no mercado internacional. Com isso, as usinas preferiram usar a cana para fabricar açúcar do que álcool, reduzindo bruscamente a oferta. O Governo Federal chegou a reduzir a adição de álcool na gasolina para segurar preços e evitar desabastecimento.
Já se esperava para agora uma redução do preço. Isso porque o consumo caiu, mas principalmente pela safra de cana-de-açúcar no Sudeste do País que está sendo antecipada em um mês. O mercado aguarda novas reduções para as próximas semanas.
Postos com maior rotatividade de estoques já compraram combustível com preço mais baixo e repassam para as bombas. Os demais proprietários, com medo de que o estoque encalhe, podem vir a bancar o prejuízo e já baixar o preço do combustível antigo. Algumas distribuidoras estão fazendo isso.
Fonte: Zero Hora
Comparando os preços mais baixos encontrados por nós hoje, ainda não está valendo a pena abastecer o carro flex com álcool. Mas o motorista deve fazer a comparação nos postos onde costuma abastecer. O cálculo é simples. Por causa da diferença de rendimento do combustível no motor do carro, o álcool não pode superar 70% do preço da gasolina.
O preço do álcool combustível tem registrado forte alta desde o ano passado. Só em janeiro e fevereiro, o aumento foi de 14%, conforme levantamento da UFRGS. As usinas alegaram problemas na colheita passada de cana-de-açúcar. Mas o mercado afirma que o principal motivo foi a quebra da safra de cana na Índia, o que elevou o preço do açúcar no mercado internacional. Com isso, as usinas preferiram usar a cana para fabricar açúcar do que álcool, reduzindo bruscamente a oferta. O Governo Federal chegou a reduzir a adição de álcool na gasolina para segurar preços e evitar desabastecimento.
Já se esperava para agora uma redução do preço. Isso porque o consumo caiu, mas principalmente pela safra de cana-de-açúcar no Sudeste do País que está sendo antecipada em um mês. O mercado aguarda novas reduções para as próximas semanas.
Postos com maior rotatividade de estoques já compraram combustível com preço mais baixo e repassam para as bombas. Os demais proprietários, com medo de que o estoque encalhe, podem vir a bancar o prejuízo e já baixar o preço do combustível antigo. Algumas distribuidoras estão fazendo isso.
Fonte: Zero Hora
Quase 2 milhões de contribuintes já entregaram a declaração do Imposto de Renda
Até o final da manhã desta sexta-feira, a Receita Federal recebeu 1,9 milhão de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2010 pela internet. O prazo para a entrega das declarações começou no dia 1º deste mês.
A declaração também pode ser apresentada em disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, ou em formulário de papel, nos Correios e nas lojas franqueadas, ao custo de R$ 5 para o contribuinte, no horário de expediente de cada instituição.
Neste ano, a Receita estima receber cerca de 24 milhões de declarações. O prazo termina no dia 30 de abril. O sistema de transmissão das declarações fica fora do ar no período da 1h às 5h da madrugada para manutenção, mas o programa fica disponível no site e pode ser baixado a qualquer hora, inclusive nesse período.
Fonte: Zero Hora
A declaração também pode ser apresentada em disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, ou em formulário de papel, nos Correios e nas lojas franqueadas, ao custo de R$ 5 para o contribuinte, no horário de expediente de cada instituição.
Neste ano, a Receita estima receber cerca de 24 milhões de declarações. O prazo termina no dia 30 de abril. O sistema de transmissão das declarações fica fora do ar no período da 1h às 5h da madrugada para manutenção, mas o programa fica disponível no site e pode ser baixado a qualquer hora, inclusive nesse período.
Fonte: Zero Hora
quarta-feira, 10 de março de 2010
Indústria gaúcha cresce 20,9% na comparação com janeiro do ano passado
A atividade industrial do Rio Grande do Sul, na comparação entre janeiro de 2010 e de 2009, registrou crescimento de 20,9%, de acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE) na manhã desta quarta-feira (10). Já em relação a dezembro frente ao primeiro mês deste ano, o avanço foi de 3,2%.
Os índices regionais da produção industrial, nessa mesma base de comparação (dezembro para janeiro), descontados os efeitos sazonais, tiveram crescimento generalizado em 13 dos 14 locais pesquisados. Os destaques são Espírito Santo (5,6%), Ceará e Pernambuco (ambos com 5,4%) e Paraná (4%). As demais altas foram observadas nos seguintes locais: região Nordeste (3,7%), São Paulo (3,0%), Pará (3%), Bahia (2,5%), Goiás (2,2%), Minas Gerais (1,7%), Santa Catarina (1,1%) e Rio de Janeiro (0,3%). A única exceção foi o Amazonas (0%) que repetiu o patamar do mês anterior. A média do país foi de 1,1%.
A variação positiva na produção industrial gaúcha em janeiro de 2010 é a oitava consecutiva, acumulando nesse período ganho de 16,9%. Com isso, o índice de média móvel trimestral cresceu 2,7% na passagem de dezembro para janeiro e manteve a trajetória ascendente observada desde março de 2009.
O avanço frente a janeiro de 2009 representa a terceira taxa positiva consecutiva, com ritmo de expansão acima dos 7,6% assinalados no último trimestre do ano passado, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. O indicador acumulado nos últimos doze meses permanece apontando taxa negativa (-4,3%), mas com redução no ritmo de queda frente a novembro (-9,9%) e dezembro (-7,2%).
A aceleração de 20,9% no indicador mensal contou com nove dos 14 setores pesquisados assinalando taxas positivas. Os principais impactos positivos vieram de produtos químicos (113,9%) e de veículos automotores (46,6%), ambos influenciados pela baixa base de comparação, em virtude de paralisações não programadas e concessão de férias em janeiro de 2009. Vale também destacar os avanços vindos de mobiliário (86,8%), máquinas e equipamentos (18,4%), refino de petróleo e produção de álcool (12,2%) e metalurgia básica (71,1%). Nesses setores, sobressaem as altas na fabricação dos itens: polipropileno; reboques; mesas metálicas; silos metálicos; óleo diesel; e barras de aço. Em contraposição, alimentos (-3,8%) exerceu a maior contribuição negativa sobre a média geral, pressionada principalmente pelo decréscimo na produção dos itens carnes e miudezas de aves e leite em pó.
Fonte: Jornal do Comércio
Os índices regionais da produção industrial, nessa mesma base de comparação (dezembro para janeiro), descontados os efeitos sazonais, tiveram crescimento generalizado em 13 dos 14 locais pesquisados. Os destaques são Espírito Santo (5,6%), Ceará e Pernambuco (ambos com 5,4%) e Paraná (4%). As demais altas foram observadas nos seguintes locais: região Nordeste (3,7%), São Paulo (3,0%), Pará (3%), Bahia (2,5%), Goiás (2,2%), Minas Gerais (1,7%), Santa Catarina (1,1%) e Rio de Janeiro (0,3%). A única exceção foi o Amazonas (0%) que repetiu o patamar do mês anterior. A média do país foi de 1,1%.
A variação positiva na produção industrial gaúcha em janeiro de 2010 é a oitava consecutiva, acumulando nesse período ganho de 16,9%. Com isso, o índice de média móvel trimestral cresceu 2,7% na passagem de dezembro para janeiro e manteve a trajetória ascendente observada desde março de 2009.
O avanço frente a janeiro de 2009 representa a terceira taxa positiva consecutiva, com ritmo de expansão acima dos 7,6% assinalados no último trimestre do ano passado, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. O indicador acumulado nos últimos doze meses permanece apontando taxa negativa (-4,3%), mas com redução no ritmo de queda frente a novembro (-9,9%) e dezembro (-7,2%).
A aceleração de 20,9% no indicador mensal contou com nove dos 14 setores pesquisados assinalando taxas positivas. Os principais impactos positivos vieram de produtos químicos (113,9%) e de veículos automotores (46,6%), ambos influenciados pela baixa base de comparação, em virtude de paralisações não programadas e concessão de férias em janeiro de 2009. Vale também destacar os avanços vindos de mobiliário (86,8%), máquinas e equipamentos (18,4%), refino de petróleo e produção de álcool (12,2%) e metalurgia básica (71,1%). Nesses setores, sobressaem as altas na fabricação dos itens: polipropileno; reboques; mesas metálicas; silos metálicos; óleo diesel; e barras de aço. Em contraposição, alimentos (-3,8%) exerceu a maior contribuição negativa sobre a média geral, pressionada principalmente pelo decréscimo na produção dos itens carnes e miudezas de aves e leite em pó.
Fonte: Jornal do Comércio
Produção industrial no RS cresce pelo oitavo mês consecutivo em janeiro
A produção industrial do Rio Grande do Sul cresceu 3,2% em janeiro, na oitava taxa consecutiva positiva, acumulando nesse período ganho de 16,9%, na série livre de influências sazonais. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Frente a janeiro de 2009, a indústria gaúcha avançou 20,9%, terceira taxa positiva consecutiva, com ritmo de expansão acima dos 7,6% assinalados no último trimestre do ano passado, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. O indicador acumulado nos últimos doze meses permanece em queda de 4,3%, mas com redução no ritmo frente a novembro (9,9%) e dezembro (7,2%).
Nove dos quatorze setores pesquisados pelo IBGE assinalaram taxas positivas na comparação com janeiro do ano passado. Os setores que mais se destacaram foram produtos químicos (113,9%) e veículos automotores (46,6%), ambos influenciados pela baixa base de comparação, em virtude de paralisações não programadas e concessão de férias em janeiro de 2009.
Também tiveram avanços os setores de mobiliário (86,8%), máquinas e equipamentos (18,4%), refino de petróleo e produção de álcool (12,2%) e metalurgia básica (71,1%).
Alimentos exerceu a maior contribuição negativa sobre o índice, com queda de 3,8%, decorrente do decréscimo na produção dos itens carnes e miudezas de aves e leite em pó.
Fonte: Zero Hora
Frente a janeiro de 2009, a indústria gaúcha avançou 20,9%, terceira taxa positiva consecutiva, com ritmo de expansão acima dos 7,6% assinalados no último trimestre do ano passado, ambas as comparações contra igual período do ano anterior. O indicador acumulado nos últimos doze meses permanece em queda de 4,3%, mas com redução no ritmo frente a novembro (9,9%) e dezembro (7,2%).
Nove dos quatorze setores pesquisados pelo IBGE assinalaram taxas positivas na comparação com janeiro do ano passado. Os setores que mais se destacaram foram produtos químicos (113,9%) e veículos automotores (46,6%), ambos influenciados pela baixa base de comparação, em virtude de paralisações não programadas e concessão de férias em janeiro de 2009.
Também tiveram avanços os setores de mobiliário (86,8%), máquinas e equipamentos (18,4%), refino de petróleo e produção de álcool (12,2%) e metalurgia básica (71,1%).
Alimentos exerceu a maior contribuição negativa sobre o índice, com queda de 3,8%, decorrente do decréscimo na produção dos itens carnes e miudezas de aves e leite em pó.
Fonte: Zero Hora
terça-feira, 9 de março de 2010
RS lidera em fevereiro índice de cheques honrados, informa Telecheque
O Rio Grande do Sul liderou o ranking de cheques honrados entre os Estados brasileiros, de acordo com a empresa especializada em verificação de crédito em compras com cheques, Telecheque.
Foram 98,65% de cheques compensados no Estado no período. O RS saltou dez posições na lista e obteve um crescimento de 1,43% no pagamento de cheques. Em comparação com o mesmo periodo de 2009, o aumento chegou a 1,09%. A região Sul apresentou índice de 98,13%.
Logo após o RS no ranking dos Estados aparecem Sergipe (98,63%), Goiás (98,50%) e Paraná (98,34%).
Os critérios de pesquisa da TeleCheque levam em conta os valores em reais das transações com cheques - e não a quantidade de folhas de cheques emitidas.
De acordo com a empresa, 97,41% do total de cheques emitidos no mês de fevereiro no país foram honrados, 0,46% a mais do que o mesmo período do ano anterior. Em relação ao mês de janeiro, o índice também aumentou 0,19%.
A empresa aponta que os índices de cheques honrados tendem a crescer no primeiro semestre de 2010 e atingir um patamar superior ao apresentado no ano de 2009, porque o mercado ganha forças após um período de recessão e isso estimula o consumidor a assumir dívidas maiores como viagens e automóveis.
Segundo a TeleCheque, a inadimplência no acumulado do primeiro semestre de 2010 deve fechar em 2,56%, uma queda de 15,4% frente ao mesmo período do ano anterior (3,03%).
Fonte: Zero Hora
Foram 98,65% de cheques compensados no Estado no período. O RS saltou dez posições na lista e obteve um crescimento de 1,43% no pagamento de cheques. Em comparação com o mesmo periodo de 2009, o aumento chegou a 1,09%. A região Sul apresentou índice de 98,13%.
Logo após o RS no ranking dos Estados aparecem Sergipe (98,63%), Goiás (98,50%) e Paraná (98,34%).
Os critérios de pesquisa da TeleCheque levam em conta os valores em reais das transações com cheques - e não a quantidade de folhas de cheques emitidas.
De acordo com a empresa, 97,41% do total de cheques emitidos no mês de fevereiro no país foram honrados, 0,46% a mais do que o mesmo período do ano anterior. Em relação ao mês de janeiro, o índice também aumentou 0,19%.
A empresa aponta que os índices de cheques honrados tendem a crescer no primeiro semestre de 2010 e atingir um patamar superior ao apresentado no ano de 2009, porque o mercado ganha forças após um período de recessão e isso estimula o consumidor a assumir dívidas maiores como viagens e automóveis.
Segundo a TeleCheque, a inadimplência no acumulado do primeiro semestre de 2010 deve fechar em 2,56%, uma queda de 15,4% frente ao mesmo período do ano anterior (3,03%).
Fonte: Zero Hora
Brasil pode criar uma guerra comercial, diz Financial Times
Com o aumento das tarifas sobre mais de 100 produtos norte-americanos, nesta segunda-feira (8), o Brasil se arrisca a criar uma "guerra comercial contra os Estados Unidos sobre os subsídios do algodão, depois de oito anos de litígios na Organização Mundial do Comércio (OMC)", afirmou, em matéria nesta terça-feira (9), o jornal norte-americano Financial Times.
De acordo com o texto, a decisão, que entra em vigor no mês que vem, iniciou um período de 30 dias de negociação, durante o qual oficiais dos dois países buscam encontrar uma solução para a disputa. "Estamos desapontados por saber que as autoridades brasileiras decidiram implementar medidas de retaliação contra o comércio dos Estados Unidos na disputa em torno do algodão no âmbito da OMC. O representante comercial dos Estados Unidos tem trabalhado no sentido de encontrar uma solução para essas questões sem que o Brasil recorresse a retaliações, e nós continuamos a preferir uma solução negociada", afirmou o gabinete do representante comercial dos Estados Unidos, em Washington, à matéria.
O jornal norte-americano ainda traz a afirmação de Jon Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, que diz que "A única forma de evitar que isso se transforme em um desastre é oferecer algo significativo ao Brasil, existem formas potenciais de se fazer isto, mas elas exigiriam muita criatividade". O texto explica que o Brasil "deixou claro que está aberto a um acordo antes que as novas tarifas entrem em vigor, mas as autoridades frisaram que qualquer acordo deve ser aplicado especificamente ao algodão".
Autorizado pela OMC a aumentar o valor cobrado sobre os produtos norte-americanos em cerca de US$ 560 milhões, o Brasil elaborou uma lista que inclui frutas, balas, óleos, medicamentos, produtos de beleza, tapetes e até mesmo automóveis. Alguns destes itens terão o imposto cobrado aumentado de 4% para 14% ou até mesmo de 6% para 100%, como é o caso do algodão, a faísca que iniciou as retaliações.
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Gary Locke, está em visita oficial a Brasília, onde participa de negociações no Itamaraty. Locke veio acompanhado de uma comitiva norte-americana que traz tamb´pem o vice-assessor de Segurança Nacional para questões relativas à economia internacional, Michael Froman. A reunião incuiu a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, além dos presidentes do Forum em cada um dos países: Tim Solso (EUA) e José Gomes da Silva (Brasil). Com informações da Agência Estado.
Fonte: Jornal do Comércio
De acordo com o texto, a decisão, que entra em vigor no mês que vem, iniciou um período de 30 dias de negociação, durante o qual oficiais dos dois países buscam encontrar uma solução para a disputa. "Estamos desapontados por saber que as autoridades brasileiras decidiram implementar medidas de retaliação contra o comércio dos Estados Unidos na disputa em torno do algodão no âmbito da OMC. O representante comercial dos Estados Unidos tem trabalhado no sentido de encontrar uma solução para essas questões sem que o Brasil recorresse a retaliações, e nós continuamos a preferir uma solução negociada", afirmou o gabinete do representante comercial dos Estados Unidos, em Washington, à matéria.
O jornal norte-americano ainda traz a afirmação de Jon Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, que diz que "A única forma de evitar que isso se transforme em um desastre é oferecer algo significativo ao Brasil, existem formas potenciais de se fazer isto, mas elas exigiriam muita criatividade". O texto explica que o Brasil "deixou claro que está aberto a um acordo antes que as novas tarifas entrem em vigor, mas as autoridades frisaram que qualquer acordo deve ser aplicado especificamente ao algodão".
Autorizado pela OMC a aumentar o valor cobrado sobre os produtos norte-americanos em cerca de US$ 560 milhões, o Brasil elaborou uma lista que inclui frutas, balas, óleos, medicamentos, produtos de beleza, tapetes e até mesmo automóveis. Alguns destes itens terão o imposto cobrado aumentado de 4% para 14% ou até mesmo de 6% para 100%, como é o caso do algodão, a faísca que iniciou as retaliações.
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Gary Locke, está em visita oficial a Brasília, onde participa de negociações no Itamaraty. Locke veio acompanhado de uma comitiva norte-americana que traz tamb´pem o vice-assessor de Segurança Nacional para questões relativas à economia internacional, Michael Froman. A reunião incuiu a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, além dos presidentes do Forum em cada um dos países: Tim Solso (EUA) e José Gomes da Silva (Brasil). Com informações da Agência Estado.
Fonte: Jornal do Comércio
segunda-feira, 8 de março de 2010
Receita já recebeu mais de 1 milhão de declarações no Brasil
A Receita Federal do Brasil recebeu até as 10h desta segunda-feira 1.033.095 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física 2010. No Rio Grande do Sul, até as 10h30min foram recebidas 64.430 declarações do tributo.
No ano passado, entre os dias 2 e 9 de março, foram entregues no Brasil 1.680.278 declarações de IRPF e cerca de 103.841 no Estado.
Segundo a Receita, a redução é normal, já que a mudança nas regras da declaração deve diminuir o número de contribuintes obrigados a prestar contas ao Leão.
O órgão espera receber um total de 24 milhões de declarações em 2010, contra 25,5 milhões no ano passado. No Estado, o número deve cair de 2,1 milhões para 1,9 milhão.
O prazo para a entrega da declaração termina dia 30 de abril, às 23h59min59s.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo terá que pagar multa de R$ 165,74.
Fonte: Zero Hora
No ano passado, entre os dias 2 e 9 de março, foram entregues no Brasil 1.680.278 declarações de IRPF e cerca de 103.841 no Estado.
Segundo a Receita, a redução é normal, já que a mudança nas regras da declaração deve diminuir o número de contribuintes obrigados a prestar contas ao Leão.
O órgão espera receber um total de 24 milhões de declarações em 2010, contra 25,5 milhões no ano passado. No Estado, o número deve cair de 2,1 milhões para 1,9 milhão.
O prazo para a entrega da declaração termina dia 30 de abril, às 23h59min59s.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo terá que pagar multa de R$ 165,74.
Fonte: Zero Hora
sexta-feira, 5 de março de 2010
Correntistas do BB poderão fazer saque sem cartão
Os correntistas do Banco do Brasil poderão sacar em terminais autoatendimento sem usar o cartão. O novo serviço, o Saque Sem, permite ao correntista sacar até R$ 100 por dia, de uma só vez ou em mais de uma operação.
Para usar o Saque Sem, que estará disponível a partir de segunda-feira, o cliente precisa aderir ao serviço em um terminal de autoatendimento. Depois, terá que enviar uma mensagem SMS pelo celular para a Central de Atendimento do BB, 4004 0001, ou acessar a conta corrente no portal do banco. Por fim, ele receberá um código para saque, válido até a meia noite do dia da solicitação.
Segundo o BB, a proposta é dar alternativa de saque para as situações emergenciais como perda, roubo ou esquecimento da carteira, ou para conveniência do correntista. Caso o cliente precise fazer um pagamento (a diaristas, empregados etc.) ele pode informar pela internet o número do celular do beneficiado, que receberá um código para saque do valor previamente definido, até o limite de R$ 100.
— É completamente seguro, já que a autorização só vale para o saque determinado naquele dia. Não tem como ser mais simples — disse o diretor da Unidade de Gestão de Canais do BB, Hideraldo Leitão.
Para os clientes que não dispõem do pacote de serviço, cada operação do Saque Sem custará R$ 1,40 depois do quarto saque mensal. O BB garante seis meses de isenção de tarifa. Para os cliente que tem pacote de serviços, a quantidade de saques gratuitos depende da modalidade do pacote.
Fonte: Zero Hora
Para usar o Saque Sem, que estará disponível a partir de segunda-feira, o cliente precisa aderir ao serviço em um terminal de autoatendimento. Depois, terá que enviar uma mensagem SMS pelo celular para a Central de Atendimento do BB, 4004 0001, ou acessar a conta corrente no portal do banco. Por fim, ele receberá um código para saque, válido até a meia noite do dia da solicitação.
Segundo o BB, a proposta é dar alternativa de saque para as situações emergenciais como perda, roubo ou esquecimento da carteira, ou para conveniência do correntista. Caso o cliente precise fazer um pagamento (a diaristas, empregados etc.) ele pode informar pela internet o número do celular do beneficiado, que receberá um código para saque do valor previamente definido, até o limite de R$ 100.
— É completamente seguro, já que a autorização só vale para o saque determinado naquele dia. Não tem como ser mais simples — disse o diretor da Unidade de Gestão de Canais do BB, Hideraldo Leitão.
Para os clientes que não dispõem do pacote de serviço, cada operação do Saque Sem custará R$ 1,40 depois do quarto saque mensal. O BB garante seis meses de isenção de tarifa. Para os cliente que tem pacote de serviços, a quantidade de saques gratuitos depende da modalidade do pacote.
Fonte: Zero Hora
Inflação oficial tem maior alta desde maio de 2008 e chega a 0,78% em fevereiro
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,78% em fevereiro, ante 0,75% em janeiro, segundo informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta foi a maior alta do índice desde maio de 2008, segundo a série histórica do instituto. O IPCA é o índice oficial de inflação do país.
O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas, que previam índice entre 0,70% e 0,85%, com mediana de 0,81%.
Segundo o IBGE, o resultado de fevereiro foi influenciado pela alta de 4,53% no grupo educação, que foi responsável por 41% do índice de fevereiro. Refletindo os reajustes típicos do início do ano, os aumentos nas mensalidades escolares deram a maior contribuição individual para a inflação, com aumento de 5,38% nos preços.
No ano, o IPCA acumula alta de 1,54% e, nos 12 meses encerrados em fevereiro, crescimento de 4,83%. De acordo com o IBGE, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado hoje, foi de 0,70% em fevereiro, ante 0,88% registrado em janeiro.
Fonte: Zero Hora
O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas, que previam índice entre 0,70% e 0,85%, com mediana de 0,81%.
Segundo o IBGE, o resultado de fevereiro foi influenciado pela alta de 4,53% no grupo educação, que foi responsável por 41% do índice de fevereiro. Refletindo os reajustes típicos do início do ano, os aumentos nas mensalidades escolares deram a maior contribuição individual para a inflação, com aumento de 5,38% nos preços.
No ano, o IPCA acumula alta de 1,54% e, nos 12 meses encerrados em fevereiro, crescimento de 4,83%. De acordo com o IBGE, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado hoje, foi de 0,70% em fevereiro, ante 0,88% registrado em janeiro.
Fonte: Zero Hora
Receita pode criar divisão exclusiva para grandes contribuintes
O secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, está nesta sexta-feira (5) em São Paulo, para trabalhar na criação da Divisão de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes. A nova unidade da Receita terá inicialmente escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, estados responsáveis pela maior arrecadação do governo federal.
A portaria de criação da nova unidade da Receita Federal e altera o Regimento Interno da Receita foi publicada nesta quinta-feira (4) no Diário Oficial da União.
Em 2009, a Receita Federal notificou 474.813 contribuintes, pessoas físicas e jurídicas. Os créditos por conta das irregularidades no recolhimento dos impostos passaram de R$ 90,3 bilhões. No ano anterior, esse valor foi de R$ 75,2 bilhões.
Dos créditos tributários lançados no ano passado, R$ 55,4 bilhões correspondem à arrecadação de grandes contribuintes, contra R$ 45,3 bilhões do ano anterior. O total relativo a pessoas físicas foi de R$ 5,2 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões em 2008.
Fonte: Jornal do Comércio
A portaria de criação da nova unidade da Receita Federal e altera o Regimento Interno da Receita foi publicada nesta quinta-feira (4) no Diário Oficial da União.
Em 2009, a Receita Federal notificou 474.813 contribuintes, pessoas físicas e jurídicas. Os créditos por conta das irregularidades no recolhimento dos impostos passaram de R$ 90,3 bilhões. No ano anterior, esse valor foi de R$ 75,2 bilhões.
Dos créditos tributários lançados no ano passado, R$ 55,4 bilhões correspondem à arrecadação de grandes contribuintes, contra R$ 45,3 bilhões do ano anterior. O total relativo a pessoas físicas foi de R$ 5,2 bilhões, contra R$ 6,9 bilhões em 2008.
Fonte: Jornal do Comércio
quinta-feira, 4 de março de 2010
Rendimento feminino recua para 74,3% do masculino na Região Metropolitana em 2009
A proporção do rendimento feminino em relação ao masculino, que havia crescido nos dois anos anteriores, recuou, e as mulheres auferiram, em 2009, rendimentos médios que correspondiam a 74,3% do rendimento masculino, enquanto, em 2008, essa proporção foi de 76,0%.
Os dados foram revelados no estudo "A inserção da mulher no mercado de trabalho da Região Metropolitana de Porto Alegre", divulgado nesta quinta-feira pela Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (FEE), pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Assistência Social (Fgtas) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Ainda de acordo com a pesquisa, o crescimento do rendimento médio real do trabalho em 2009 foi mais intenso para os homens (4,3%) do que para as mulheres (2%). O rendimento médio real masculino elevou-se para R$ 1.392, enquanto o das mulheres foi para R$ 1.034.
A proporção de mulheres na população economicamente ativa (PEA) caiu de 51,4% em 2008 para 50,7% em 2009. Segundo a socióloga da Fgtas, Irene Galeazzi, esse número indica uma pequena oscilação de um ano para outro, mas não deve ser considerado uma tendência.
— Um dos fatores que podem ser apontados para essa diferença é que, com a melhora no rendimento médio, alguns membros da família, como os mais jovens, que ainda estão estudando, deixam de procurar trabalho em virtude do aumento no ganho do chefe do núcleo familiar.
A taxa de desemprego total apresentou relativa estabilidade em 2009, passando de 11,2% da PEA em 2008 aos atuais 11,1%. A taxa das mulheres apresentou queda de 2,9%, ao passar de 13,9% da PEA feminina em 2008 para os atuais 13,5%, enquanto a masculina teve um aumento de 3,4%, passando de 8,8% para 9,1% da PEA masculina em 2009.
O contingente de desempregados chegou a 126 mil mulheres e 98 mil homens no ano passado. No entanto, a proporção de mulheres entre os desempregados caiu de 58,1% para 56,1%, depois de ter aumentado nos últimos dois anos.
Para o contingente feminino, apenas no setor de serviços houve aumento de vagas. O segmento agregou mais de 22 mil mulheres em 2009. No caso da indústria, o contingente de mulheres empregadas teve redução de 8 mil trabalhadoras. No setor público, o aumento do contingente ocupado contemplou exclusivamente as mulheres (5 mil novas trabalhadoras), uma vez que o contingente masculino empregado ficou estável.
Fonte: Jornal do Comércio
Os dados foram revelados no estudo "A inserção da mulher no mercado de trabalho da Região Metropolitana de Porto Alegre", divulgado nesta quinta-feira pela Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (FEE), pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Assistência Social (Fgtas) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Ainda de acordo com a pesquisa, o crescimento do rendimento médio real do trabalho em 2009 foi mais intenso para os homens (4,3%) do que para as mulheres (2%). O rendimento médio real masculino elevou-se para R$ 1.392, enquanto o das mulheres foi para R$ 1.034.
A proporção de mulheres na população economicamente ativa (PEA) caiu de 51,4% em 2008 para 50,7% em 2009. Segundo a socióloga da Fgtas, Irene Galeazzi, esse número indica uma pequena oscilação de um ano para outro, mas não deve ser considerado uma tendência.
— Um dos fatores que podem ser apontados para essa diferença é que, com a melhora no rendimento médio, alguns membros da família, como os mais jovens, que ainda estão estudando, deixam de procurar trabalho em virtude do aumento no ganho do chefe do núcleo familiar.
A taxa de desemprego total apresentou relativa estabilidade em 2009, passando de 11,2% da PEA em 2008 aos atuais 11,1%. A taxa das mulheres apresentou queda de 2,9%, ao passar de 13,9% da PEA feminina em 2008 para os atuais 13,5%, enquanto a masculina teve um aumento de 3,4%, passando de 8,8% para 9,1% da PEA masculina em 2009.
O contingente de desempregados chegou a 126 mil mulheres e 98 mil homens no ano passado. No entanto, a proporção de mulheres entre os desempregados caiu de 58,1% para 56,1%, depois de ter aumentado nos últimos dois anos.
Para o contingente feminino, apenas no setor de serviços houve aumento de vagas. O segmento agregou mais de 22 mil mulheres em 2009. No caso da indústria, o contingente de mulheres empregadas teve redução de 8 mil trabalhadoras. No setor público, o aumento do contingente ocupado contemplou exclusivamente as mulheres (5 mil novas trabalhadoras), uma vez que o contingente masculino empregado ficou estável.
Fonte: Jornal do Comércio
Receita já recebeu mais de 580 mil declarações de Imposto de Renda
A Receita Federal recebeu até às 15h30min desta quinta-feira 580.508 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física 2010. No Rio Grande do Sul, foram enviados 36.100 documentos ao Fisco.
A expectativa da Receita é que cerca de 24 milhões de contribuintes em todo país prestem contas este ano. O prazo de entrega termina dia 30 de abril, às 23h59min59s.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo, terá que pagar multa de R$ 165,74.
Fonte: Zero Hora
A expectativa da Receita é que cerca de 24 milhões de contribuintes em todo país prestem contas este ano. O prazo de entrega termina dia 30 de abril, às 23h59min59s.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo, terá que pagar multa de R$ 165,74.
Fonte: Zero Hora
terça-feira, 2 de março de 2010
Detran inicia implantação da CNH digital
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS) começa a emitir no próximo dia 10 a nova Carteira Nacional de Habilitação digital em Porto Alegre. A meta é concluir a implantação do novo sistema até novembro em todo o Estado.
Com o novo procedimento, a fotografia, a assinatura e as digitais do motorista serão coletadas por meio digital. A medida vale apenas para novas habilitações, segunda via, renovação ou adição de categoria. Motoristas com habilitação em dia não precisam trocar a CNH agora.
Para o presidente do Detran-RS, Sérgio Filomena, o processo traz mais segurança para o sistema e rapidez na emissão da CNH para os condutores. "A partir da coleta de dados biométricos vamos ter mais segurança e maior agilidade na emissão das carteiras, com redução de custos”, explica.
Pelo atual modelo, o condutor precisa levar uma foto 3x4 ao CFC, que a anexa a um formulário enviado para uma central. A meta é reduzir de dois a três dias úteis a emissão do documento.
Fonte: Jornal de Comércio
Com o novo procedimento, a fotografia, a assinatura e as digitais do motorista serão coletadas por meio digital. A medida vale apenas para novas habilitações, segunda via, renovação ou adição de categoria. Motoristas com habilitação em dia não precisam trocar a CNH agora.
Para o presidente do Detran-RS, Sérgio Filomena, o processo traz mais segurança para o sistema e rapidez na emissão da CNH para os condutores. "A partir da coleta de dados biométricos vamos ter mais segurança e maior agilidade na emissão das carteiras, com redução de custos”, explica.
Pelo atual modelo, o condutor precisa levar uma foto 3x4 ao CFC, que a anexa a um formulário enviado para uma central. A meta é reduzir de dois a três dias úteis a emissão do documento.
Fonte: Jornal de Comércio
IR: com novas regras, Receita espera menos declarações em 2010
A Receita Federal espera receber 1,5 milhão de declarações do ajuste anual de imposto de renda da pessoa física em 2010 a menos que em 2009. A queda ocorrerá devido a ajustes feitos nas regras, como o fim da obrigatoriedade do contribuinte pessoa física que tivesse participado do quadro societário de empresa como titular, sócio ou acionista, ou de cooperativa, de prestar contas.
Este ano também houve aumento da faixa de isentos por recebimento de rendimentos tributáveis para R$ 17.215,08. No ano passado, estavam isentos contribuintes que tinham ganho até R$ 16.473,72.
Nesta segunda a Receita coloca à disposição dos contribuintes o formulário para preenchimento da declaração. O prazo para envio também começa nesta segunda e vai até dia 30 de abril.
Fonte: Terra
Este ano também houve aumento da faixa de isentos por recebimento de rendimentos tributáveis para R$ 17.215,08. No ano passado, estavam isentos contribuintes que tinham ganho até R$ 16.473,72.
Nesta segunda a Receita coloca à disposição dos contribuintes o formulário para preenchimento da declaração. O prazo para envio também começa nesta segunda e vai até dia 30 de abril.
Fonte: Terra
Receita: 124,6 mil entregam declaração do IR no 1º dia
A Receita Federal informou nesta terça-feira que registrou a entrega de 124.620 declarações do Imposto de Renda 2010 (ano-base 2009) no primeiro dia do prazo, que começou na segunda-feira e vai até o dia 30 de abril.
O órgão registrou ainda 1.751.778 downloads do programa gerador da declaração e 734.335 downloads do programa para envio da declaração, o Receitanet.
A expectativa da Receita Federal é de receber a declaração do IR de 24 milhões de contribuintes. A multa para entrega fora do prazo é de R$ 165,74, informou o órgão.
Fonte: Terra
O órgão registrou ainda 1.751.778 downloads do programa gerador da declaração e 734.335 downloads do programa para envio da declaração, o Receitanet.
A expectativa da Receita Federal é de receber a declaração do IR de 24 milhões de contribuintes. A multa para entrega fora do prazo é de R$ 165,74, informou o órgão.
Fonte: Terra
segunda-feira, 1 de março de 2010
Projeção de analistas para 2011 é de mais inflação e alta de juros
Analistas do mercado financeiro esperam mais inflação e juros mais altos em 2011. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (1) pelo Banco Central, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no próximo ano subiu de 4,50% para 4,53%, depois de 86 semanas mantida estável. Para 2010, foi a sexta semana seguida de projeção de alta para o índice oficial de inflação e agora é de 4,91%, contra 4,86% previstos na semana passada. A projeção para o IPCA neste ano continua a se distanciar do centro da meta de inflação de 4,5%, com margem dois pontos percentuais para mais ou para menos. Essa meta é válida para este ano e 2011.
Apesar disso, os analistas não esperam que o BC, responsável por perseguir a meta de inflação, comece a aumentar os juros já na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para os dias 16 e 17 deste mês. Atualmente a Selic está em 8,75% ao ano. Ao final do ano, entretanto, a projeção é de 11,25%, a mesma do boletim anterior.
A projeção para a Selic (a taxa básica de juros da economia), instrumento do BC para controlar a inflação, passou de 11% para 11,25% ao ano, ao fim de 2011. A estimativa dos analistas para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) para este ano passou de 5,58% para 5,70%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a estimativa também subiu: de 5,30% para 5,86%, em 2010.
A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), por sua vez, caiu de 5,26% para 5,17%. Para 2011, a estimativa para esses índices – IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe – permanece em 4,5%.
A expectativa dos analistas para os preços administrados permaneceu em 3,60%, em 2010, e em 4,50%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.
Quanto ao crescimento da economia neste e no próximo ano, os analistas não fizeram alterações nas projeções.
A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, permaneceu em 5,50% neste ano e em 4,50% em 2011. Para o crescimento da produção industrial, neste ano, a estimativa passou de 8,41% para 8,60%. Os analistas também elevaram a estimativa para o próximo ano de 4,95% para 5%.
A projeção para a relação entre dívida líquida do setor público e o PIB permaneceu em 41,70%, neste ano, e caiu de 40,30% para 40%, em 2011. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) para este ano permaneceu em US$ 10 bilhões e foi ajustada de US$ 1,6 bilhão para US$ 2,8 bilhões, em 2011.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa para este ano permaneceu em US$ 50 bilhões e foi alterada de US$ 56,410 bilhões para US$ 57,890 bilhões, em 2011. A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 38 bilhões, em 2010, e em US$ 40 bilhões, em 2011.
Fonte: Jornal do Comércio
Apesar disso, os analistas não esperam que o BC, responsável por perseguir a meta de inflação, comece a aumentar os juros já na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para os dias 16 e 17 deste mês. Atualmente a Selic está em 8,75% ao ano. Ao final do ano, entretanto, a projeção é de 11,25%, a mesma do boletim anterior.
A projeção para a Selic (a taxa básica de juros da economia), instrumento do BC para controlar a inflação, passou de 11% para 11,25% ao ano, ao fim de 2011. A estimativa dos analistas para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) para este ano passou de 5,58% para 5,70%. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a estimativa também subiu: de 5,30% para 5,86%, em 2010.
A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), por sua vez, caiu de 5,26% para 5,17%. Para 2011, a estimativa para esses índices – IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe – permanece em 4,5%.
A expectativa dos analistas para os preços administrados permaneceu em 3,60%, em 2010, e em 4,50%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros.
Quanto ao crescimento da economia neste e no próximo ano, os analistas não fizeram alterações nas projeções.
A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, permaneceu em 5,50% neste ano e em 4,50% em 2011. Para o crescimento da produção industrial, neste ano, a estimativa passou de 8,41% para 8,60%. Os analistas também elevaram a estimativa para o próximo ano de 4,95% para 5%.
A projeção para a relação entre dívida líquida do setor público e o PIB permaneceu em 41,70%, neste ano, e caiu de 40,30% para 40%, em 2011. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) para este ano permaneceu em US$ 10 bilhões e foi ajustada de US$ 1,6 bilhão para US$ 2,8 bilhões, em 2011.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa para este ano permaneceu em US$ 50 bilhões e foi alterada de US$ 56,410 bilhões para US$ 57,890 bilhões, em 2011. A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) foi mantida em US$ 38 bilhões, em 2010, e em US$ 40 bilhões, em 2011.
Fonte: Jornal do Comércio
Superávit é menor em fevereiro, mas corrente de comércio sobe
A balança comercial brasileira fechou o mês de fevereiro com um superávit de US$ 394 milhões. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações somaram US$ 12,197 bilhões no mês e as importações, US$ 11,803 bilhões.
Apesar de em fevereiro de 2009 o superávit registrado ter sido muito superior ao verificado este ano, de US$ 1,761 bilhão, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) neste ano aponta para um melhor desempenho do comércio internacional. Em fevereiro deste ano, a corrente de comércio somou US$ 24 bilhões, um aumento de 37,8% ante a soma verificada no mesmo mês do ano passado, de US$ 17,411 bilhões.
A média diária exportada em fevereiro foi de US$ 677,6 milhões, valor 27,2% superior à média registrada em fevereiro de 2009 (US$ 532,6 milhões) e 19,9% acima da média de janeiro deste ano (US$ 565,3 milhões). A média das importações em fevereiro foi de US$ 655,7 milhões, um aumento de 50,8% ante os US$ 434,7 milhões registrados em igual período de 2009, e de 14,3% ante janeiro deste ano (US$ 573,6 milhões). Na quarta semana de fevereiro (22 a 28), a balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 341 milhões, com exportações de US$ 3,429 bilhões e importações de US$ 3,770 bilhões.
A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 228 milhões no ano, o que representa uma queda de 81,5% ante o saldo acumulado em igual período de 2009 (US$ 1,232 bilhão). Apesar da queda no saldo da balança comercial, as transações comerciais com o exterior têm sido maiores neste ano, o que se reflete nos números das exportações e importações.
Nos dois primeiros meses do ano, as exportações somam US$ 23,502 bilhões, com média diária de US$ 618,5 milhões, valor 24,5% superior à média registrada no mesmo período do ano passado (US$ 496,6 milhões). As importações totalizam US$ 23,274 bilhões no ano, com média diária de US$ 612,5 milhões, um aumento de 31,7% ante a média de igual período de 2009 (US$ 465 milhões).
Segundo o governo, no acumulado de 12 meses, terminados em fevereiro, a balança comercial tem superávit de US$ 24,344 bilhões, com exportações de US$ 157,129 bilhões e importações de US$ 132,785 bilhões.
Fonte: Agência Estado
Apesar de em fevereiro de 2009 o superávit registrado ter sido muito superior ao verificado este ano, de US$ 1,761 bilhão, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) neste ano aponta para um melhor desempenho do comércio internacional. Em fevereiro deste ano, a corrente de comércio somou US$ 24 bilhões, um aumento de 37,8% ante a soma verificada no mesmo mês do ano passado, de US$ 17,411 bilhões.
A média diária exportada em fevereiro foi de US$ 677,6 milhões, valor 27,2% superior à média registrada em fevereiro de 2009 (US$ 532,6 milhões) e 19,9% acima da média de janeiro deste ano (US$ 565,3 milhões). A média das importações em fevereiro foi de US$ 655,7 milhões, um aumento de 50,8% ante os US$ 434,7 milhões registrados em igual período de 2009, e de 14,3% ante janeiro deste ano (US$ 573,6 milhões). Na quarta semana de fevereiro (22 a 28), a balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 341 milhões, com exportações de US$ 3,429 bilhões e importações de US$ 3,770 bilhões.
A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 228 milhões no ano, o que representa uma queda de 81,5% ante o saldo acumulado em igual período de 2009 (US$ 1,232 bilhão). Apesar da queda no saldo da balança comercial, as transações comerciais com o exterior têm sido maiores neste ano, o que se reflete nos números das exportações e importações.
Nos dois primeiros meses do ano, as exportações somam US$ 23,502 bilhões, com média diária de US$ 618,5 milhões, valor 24,5% superior à média registrada no mesmo período do ano passado (US$ 496,6 milhões). As importações totalizam US$ 23,274 bilhões no ano, com média diária de US$ 612,5 milhões, um aumento de 31,7% ante a média de igual período de 2009 (US$ 465 milhões).
Segundo o governo, no acumulado de 12 meses, terminados em fevereiro, a balança comercial tem superávit de US$ 24,344 bilhões, com exportações de US$ 157,129 bilhões e importações de US$ 132,785 bilhões.
Fonte: Agência Estado
Receita diz que download do programa do IR 2010 está normalizado
O supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, Joaquim Adir, informou ao G1, por volta das 13h desta segunda-feira (1º), que os contribuintes já podem fazer normalmente o download dos programas para a declaração do IR 2010, ano-base 2009. Mais cedo, o site havia enfrentado problemas de instabilidade.
No fim da manhã, em entrevista coletiva, a Receita apontou um "problema de rede" que atrasou um pouco a disponibilização do programa para declaração ao público. A Receita lançou, neste ano, um tira-dúvidas para o contribuinte, seção que reúne várias informações úteis ao contribuinte.
Fonte: G1
No fim da manhã, em entrevista coletiva, a Receita apontou um "problema de rede" que atrasou um pouco a disponibilização do programa para declaração ao público. A Receita lançou, neste ano, um tira-dúvidas para o contribuinte, seção que reúne várias informações úteis ao contribuinte.
Fonte: G1