Os investimentos estrangeiros diretos (IED) devem fechar o mês de março em US$ 1,5 bilhão com uma novidade importante: pela primeira vez, a série registra a entrada maciça de capitais da China, que já estréia em terceiro lugar entre os países que mais investiram no Brasil.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes, este deve ser o primeiro de muitos meses e reflete investimentos destinados à extração de minerais metálicos destinados à exportação. O BC prevê um ingresso recorde de IED este ano no país. A estimativa é de US$ 45 bilhões. Em março, até o dia 22, a autarquia já registrou ingresso de IED de US$ 1,1 bilhão.
"A solidez da economia e os projetos em andamento explicam este cenário positivo para os recursos externos. É de se esperar crescimento forte do investimento estrangeiro direto este ano", diz Lopes.
Em fevereiro, os investimentos estrangeiros ficaram em US$ 2,84 bilhões, o melhor saldo para fevereiro da série histórica do BC. No acumulado do primeiro bimestre, o ingresso de investimentos produtivos atingiu US$ 3,639 bilhões e, nos 12 meses encerrados em fevereiro, US$ 25,689 bilhões, o correspondente a 1,52% PIB.
Fonte: Jornal do Comércio
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